Com apoio da Desenvolve MT, empreendedora amplia atuação e conquista novos mercados

A história de Tais Yane mostra como iniciativa, criatividade e acesso ao crédito podem transformar trajetórias. Proprietária da Bem Querer Acessório, a empreendedora contou com o apoio da Desenvolve MT, e conseguiu expandir o próprio negócio, investindo em tecnologia para ampliar a produção e o atendimento. A iniciativa permitiu a compra de uma máquina de personalização a laser, fortalecendo a marca e abrindo novas oportunidades de mercado em Mato Grosso. Formada em Psicologia, Tais decidiu empreender após enfrentar dificuldades em concursos na área. A necessidade de gerar renda a levou a retomar um antigo interesse: a venda de acessórios. Desde a adolescência, ela já produzia e comercializava bijuterias, habilidade que voltou a explorar em 2019 ao criar sua loja, inicialmente no formato online. “Eu precisava fazer alguma coisa e fui retomar o que eu já sabia e gostava”, conta. O negócio cresceu rapidamente, especialmente durante a pandemia, quando a demanda aumentou mesmo diante do cenário. Com o tempo, Tais ampliou o portfólio de produtos e investiu em novos fornecedores, consolidando a marca. Em 2024, deu mais um passo importante ao inaugurar um espaço físico, o que trouxe novos desafios, como a necessidade de organização, estoque e atendimento presencial. Hoje, o diferencial da loja está no atendimento personalizado e na oferta de produtos exclusivos, como peças em prata e itens customizados. A virada no negócio aconteceu quando Tais percebeu a necessidade de investir em um equipamento que permitisse personalizar os produtos. Sem capital suficiente para a compra, ela conheceu a Desenvolve MT por meio de uma rede de empreendedoras e buscou orientação. Após passar por consultoria, conseguiu acesso ao crédito, que possibilitou a aquisição de uma máquina de gravação a laser. Com o novo investimento, a empresa ganhou mais autoridade no mercado e ampliou sua atuação. Além de atender clientes individuais, passou a oferecer serviços para empresas, aumentando significativamente a cartela de clientes e as possibilidades de faturamento. A personalização se tornou um dos principais diferenciais competitivos do negócio. Para quem deseja empreender, Tais deixa um conselho direto: “Acredite, tenha fé e trabalhe. O medo existe, principalmente quando envolve crédito, mas é preciso dar o primeiro passo. Buscar apoio, se conectar com outras pessoas e confiar no processo faz toda a diferença”. LINHA MULHER EMPREENDEDORA A linha mulher empreendedora se consolida como a segunda linha com maior liberação na agência. Desde o início da operacionalização, essa modalidade já liberou mais de R$12 milhões em crédito para 997 operações distribuídas em 87 municípios. A linha Mulher Empreendedora da Desenvolve MT é voltada para mulheres que desejam tirar o sonho do papal ou inovar. Com crédito de até R$15mil, 30% do valor para capital de giro e 70% para compra de produtos, mercadorias, máquinas e equipamentos, além de prazos de 42 meses e carência de até seis meses. Fonte: Ascom/Desenvolve MT

Plano Safra 25/26 somou R$ 494,4 bilhões em concessões e 2,31 milhões de contratos

Levantamento realizado pela ABDE também revela que 96,7% das concessões dos recursos equalizados da agricultura empresarial foram realizadas pelo SNF Enquanto o governo federal anunciou nesta terça-feira (30) o Plano Safra 2026/2027, com volume recorde de R$ 525,1 bilhões destinados à agricultura empresarial, a Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE) divulgou um balanço da execução do ciclo anterior. Entre julho de 2025 e maio de 2026, o Plano Safra movimentou R$ 494,4 bilhões em concessões e alcançou 2,31 milhões de contratos, 2% acima do registrado no mesmo período da safra anterior. Na agricultura empresarial, excluído o Pronaf, as concessões totalizaram R$ 433 bilhões entre julho de 2025 e maio de 2026. Entre os destaques do período está o avanço dos financiamentos para industrialização, que alcançaram R$ 33,2 bilhões, alta de 57% em relação ao mesmo período da safra anterior. As operações com Cédula de Produto Rural (CPR) cresceram 8% e movimentaram R$ 185,2 bilhões, enquanto o custeio totalizou R$ 165,8 bilhões, os investimentos R$ 77,6 bilhões e a comercialização R$ 32,8 bilhões. O levantamento mostra que o Sistema Nacional de Fomento (SNF) foi o principal responsável pela execução dos recursos equalizáveis do Plano Safra. Dos R$ 48,88 bilhões em recursos equalizáveis concedidos à agricultura empresarial até maio de 2026, 96,7% (R$ 47,3 bilhões) foram operados por instituições do SNF. Na programação dos recursos, a participação também foi majoritária: 95,6% (R$ 87,3 bilhões) dos R$ 91,37 bilhões previstos. Nas linhas de custeio e investimento, a participação do Sistema também foi predominante, alcançando R$ 25 bilhões e R$ 21,8 bilhões em concessões, respectivamente. Os recursos equalizáveis do Plano Safra são operados por 14 instituições integrantes do Sistema Nacional de Fomento (SNF): Banco do Brasil (BB), Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Caixa Econômica Federal (Caixa), Banco da Amazônia S.A. (Basa), Banco de Brasília S.A. (BRB), Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais S.A. (BDMG) e Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). Também integram esse grupo a Agência de Fomento do Estado da Bahia S.A. (Desenbahia), Agência de Fomento do Estado do Rio Grande do Sul S.A. (Badesul Desenvolvimento), Banco do Estado do Pará S.A. (Banpará), Banco do Estado do Rio Grande do Sul S.A. (Banrisul), Cooperativa Central de Crédito com Interação Solidária (Cresol), Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) e Sistema de Crédito Cooperativo (Sicredi). No caso do Banco do Nordeste (BNB), que opera crédito rural por meio do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), a instituição destinou R$ 31 bilhões ao financiamento da agricultura empresarial e R$ 20,2 bilhões à agricultura familiar no Plano Safra 2025/2026. Esse desempenho representa 48% de todo o crédito rural contratado em sua área de atuação, que abrange os nove estados do Nordeste e parte de Minas Gerais e do Espírito Santo. Entre outras instituições que operam os recursos equalizados do Plano Safra, o Banco do Brasil lidera o volume de concessões, com R$ 14,54 bilhões em operações, seguido por Sicredi (R$ 8,62 bilhões), BNDES (R$ 8,26 bilhões), Sicoob (R$ 8,06 bilhões), Cresol (R$ 3,67 bilhões) e Caixa Econômica Federal (R$ 2,28 bilhões). Para a diretora executiva da ABDE em exercício, Cristiane Viturino, o balanço demonstra que a efetividade do Plano Safra depende tanto do volume de recursos disponibilizados quanto da capacidade das instituições financeiras de fazer esse crédito chegar ao produtor rural. “O Plano Safra é uma das mais importantes políticas públicas para o desenvolvimento do país, mas seu sucesso depende da capacidade de transformar os recursos anunciados em crédito efetivamente contratado. Os números mostram que o Sistema Nacional de Fomento cumpre esse papel com capilaridade, conhecimento das diferentes realidades regionais e compromisso com o desenvolvimento da agropecuária brasileira. É essa atuação que garante que os recursos cheguem aos produtores rurais, cooperativas e empresas em todas as regiões do país”, finaliza.

Desenvolve lança linha de crédito voltada à sustentabilidade no setor turístico

A Agência de Fomento de Alagoas (Desenvolve) acaba de lançar mais uma importante linha de crédito para fomentar o segmento turístico do Estado: a Desenvolve Mais Sustentável. Voltada para o financiamento de veículos elétricos a serem adquiridos por empreendimentos do setor (a exemplo de bares, restaurantes, meios de hospedagem, agências de turismo, cafeterias, entre outros), a iniciativa favorece a mudança para tecnologias sustentáveis e limpas de mobilidade, além de modernizar a frota. Esse novo produto da agência chega para atender não apenas à questão de recurso financeiro, mas, em especial, à demanda ambiental que necessita receber a devida relevância. Ela nasce como uma ‘linha verde’, que traz consigo a preocupação com o meio ambiente e a busca por práticas mais sustentáveis. Portanto, o foco está em financiar iniciativas que utilizem tecnologias limpas e renováveis, buscando estimular o desenvolvimento sustentável em Alagoas. Nesse sentido, além de oferecer condições muito atrativas para os empresários que desejam trocar seus veículos, com taxa de juros de 5% ao ano mais INPC e prazo total para pagamento de até 60 meses e carência de 2 meses para começar a pagar, a linha estimula a mudança para um cenário que promove um equilíbrio entre crescimento econômico e preservação da natureza. Vale destacar que o limite liberado será de R$ 100 mil por veículo. Os solicitantes deverão ter atividade turística comprovada através da apresentação do certificado do Cadastur e os carros adquiridos devem ser 100% elétrico e zero km. Há ainda uma contrapartida de 20% do valor do carro para avalizar a liberação do recurso junto à Desenvolve Alagoas. Presidente da agência, Eduardo Brasil destaca a importância dessa nova linha de crédito tanto para os clientes, quanto para o cenário que se expande através das incontáveis possibilidades que o Governo do Estado oferta para fomentar a economia alagoana. “Queremos impulsionar a modernização dos veículos utilizados pelos empreendimentos turísticos, favorecendo a eficiência e a sustentabilidade. Além disso, o recurso será decisivo para que o segmento reduza seus custos com combustível e agregue maior valor ao serviço prestado ao público”, disse. “Veículos elétricos reduzem a emissão de poluentes, alinhando-se com práticas de turismo sustentável para o nosso Estado e reforçando nosso compromisso com o desenvolvimento responsável e inovador”, acrescentou. Fonte: Ascom/Desenvolve

BRDE completa 65 anos com R$ 25 bilhões em carteira e protagonismo na Região Sul

O Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) celebrou antecipadamente, nesta terça-feira (9), os 65 anos que completa em 15 de junho. A instituição chega à data com uma carteira ativa de aproximadamente R$ 25,6 bilhões e consolidada como uma das principais instituições de fomento do país, com atuação voltada ao financiamento de iniciativas que impulsionam a economia dos estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e Mato Grosso do Sul. O banco atua hoje com cerca de 50 mil clientes ativos, entre empresas, cooperativas, produtores rurais e entidades públicas. Os financiamentos do banco chegam a 1.211 municípios, presença que cobre 95% das cidades nos estados onde atua. A data foi marcada por uma cerimônia realizada no Castelo do Batel, em Curitiba, que reuniu autoridades, lideranças empresariais, representantes do setor produtivo, colaboradores e parceiros do banco. Entre os presentes estavam representantes dos governos dos três estados da Região Sul. Ao longo da noite, a programação destacou a trajetória institucional do BRDE e sua contribuição histórica para a modernização produtiva da região, da expansão da agroindústria à infraestrutura, da inovação à sustentabilidade. O evento também prestou homenagens a ex-dirigentes e à atual diretoria da instituição. Fundado em 15 de junho de 1961, o BRDE acompanhou diferentes ciclos de transformação econômica da região. Inicialmente voltado ao financiamento da agricultura, o banco ampliou sua atuação ao longo das décadas e passou a apoiar projetos de infraestrutura, indústria, comércio, inovação, energia, turismo, cooperativismo e sustentabilidade. Em 2025, os financiamentos concedidos pelo banco estiveram associados à manutenção ou geração de 83,4 mil postos de trabalho e contribuíram com R$ 6,5 bilhões à economia regional, reforçando o papel do crédito de desenvolvimento como instrumento de expansão da atividade econômica e da renda. Para o diretor-presidente do BRDE, Renê Garcia Júnior, os 65 anos da instituição representam a capacidade de evolução de um banco que soube acompanhar as transformações da economia sem perder sua missão de apoiar o crescimento dos estados da Região Sul.  “Os 65 anos do BRDE representam uma trajetória de evolução e adaptação às transformações da economia. Hoje, o banco está consolidado, com uma marca forte e presença significativa nos estados onde atua, apoiando desde o agronegócio até projetos de infraestrutura, turismo, inovação, sustentabilidade e parcerias com os municípios. O mais importante é que seguimos nos reinventando, buscando novos caminhos para contribuir com o desenvolvimento da Região Sul e gerar valor para a sociedade”, destacou o diretor-presidente. Nos últimos anos, o BRDE também fortaleceu sua presença em agendas ligadas à inovação, à transição energética, à economia verde e à sustentabilidade, acompanhando as novas demandas dos setores produtivos e da sociedade. Atualmente, 80% das contratações do banco estão alinhadas a pelo menos um Objetivo de Desenvolvimento Sustentável, com destaque para agricultura sustentável, produção e consumo responsáveis e ação climática. O vice-presidente do BRDE, Mauro Mariani, ressaltou que o principal desafio da instituição é seguir fortalecendo seu papel como agente de desenvolvimento regional, conciliando sua missão pública com a excelência dos resultados alcançados. “O BRDE foi criado para promover o desenvolvimento dos estados do Sul e esse continua sendo o seu principal compromisso 65 anos depois. Mais do que ser um banco, a instituição é um instrumento de política pública, apoiando investimentos, programas governamentais e iniciativas que geram impacto positivo para a sociedade. Ao mesmo tempo, seguimos avançando em agendas estratégicas, como inovação e sustentabilidade, que já fazem parte da essência do banco e tendem a ganhar cada vez mais relevância nos próximos anos”, afirmou Mariani. Já o diretor de planejamento, Leonardo Busatto, observou que o BRDE é um exemplo de cooperação entre os estados do Sul em favor do desenvolvimento regional. “O banco nasceu de uma construção coletiva e de uma visão compartilhada entre Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Essa capacidade de união, aliada à força de suas equipes e à solidez da instituição, permitiu que o BRDE chegasse aos 65 anos mais forte, relevante e preparado para continuar contribuindo com o desenvolvimento da Região Sul”, afirmou Busatto. Durante a solenidade, autoridades e convidados também ressaltaram a contribuição histórica do BRDE para a viabilização de investimentos estratégicos e para a modernização de diferentes cadeias produtivas ao longo das últimas décadas. A cerimônia foi marcada ainda por homenagens a ex-diretores e dirigentes que contribuíram para a trajetória da instituição, além de um reconhecimento à atual diretoria no marco dos 65 anos do banco. O diretor administrativo, Heraldo Neves, destacou o fortalecimento institucional do BRDE e a ampliação da sua capacidade de apoiar investimentos nos estados da Região Sul. “O BRDE chega aos 65 anos como uma instituição sólida, com presença cada vez maior na economia regional e resultados que refletem o trabalho de seus colaboradores e parceiros. Hoje, alcançamos a marca de 50 mil clientes ativos e uma carteira de R$ 25 bilhões, números que representam geração de emprego, renda e desenvolvimento. Além disso, o banco ampliou suas fontes de captação e sua capacidade de financiar projetos de investimento, inovação e sustentabilidade, reforçando seu papel como agente de desenvolvimento para os estados onde atua”, disse. Ex-diretores e ex-superintendentes do BRDE no Paraná também foram homenageados durante a solenidade. Dentre eles, estavam o ex-governador Orlando Pessuti, Domingos Tarço Murta Ramalho, José Ribamar Brasil dos Reis, Francisco Fernando Fontana, Jorge Gomes Rosa Filho, João Luiz Agner Regiani, Nivaldo Assis Pagliari, Luiz Carlos Borges da Silveira, Carlos Frederico Marés de Souza Filho, Lindamir Teresinha Verbinski e Carlos Areton Azzolin Olson. PRESENÇAS — O evento contou com a presença de lideranças públicas, representantes do sistema de fomento, do setor produtivo e do cooperativismo, além de colaboradores que integram a trajetória do BRDE. Entre os presentes estavam Felipe Flessak, secretário de Estado da Indústria, Comércio e Serviços; Moisés Pessuti, secretário-executivo do Codesul; André Godoy, diretor executivo da ABDE; Manfred Dasembrock, presidente da Central Sicredi PR/SP/RJ; Rodinei Munaretto, diretor de negócios do Sicoob Central SC/RS; Wilant van den Boogaard, vice-presidente da Frísia; Adilson Roberto Fuga, presidente executivo da Capal; Robson Mafioletti, superintendente do Sistema Ocepar; Virgílio Moreira Filho, presidente

Banese lança Credi Junino 2026 e reforça apoio à economia durante os festejos juninos em SE

O Banese lançou hoje, 29 de maio, a linha de crédito mais esperada pelos sergipanos: o Credi Junino 2026, com valor pré-aprovado de até R$ 3 mil, e que pode ser contratado por funcionários públicos estaduais, municipais, federais, empregados da rede privada que recebem o salário pelo Banco, e aposentados cujos benefícios sejam pagos pelo Banese. Assim como em anos anteriores, o Credi Junino 2026 deverá ser uma grande injeção de recursos na economia sergipana nos meses de junho e julho, ajudando no fortalecimento do comércio local e na geração de emprego e renda para os sergipanos. O crédito pode ser contratado até o dia 30 de junho através dos canais de autoatendimento da Instituição, como Internet Banking, caixas eletrônicos e App Banese; nas agências ou correspondentes bancários autorizados em todo o estado. A contratação é rápida e sem burocracia, e o pagamento, que poderá ser feito em até 12 meses, será debitado automaticamente da conta do contratante em parcelas com valores fixos, mensal e sucessivamente. Embora não comprometa a margem consignável do cliente, a concessão do crédito estará sujeita à análise e aprovação. A campanha do Credi Junino 2026 já está no ar através de peças publicitárias de rádio, TV e Internet, e expressa com muita clareza como a linha de crédito especial do Banese pode ser utilizada durante esse mês de junho. “O Banese é o maior fomentador da cultura, das tradições e da economia do Estado, estamos sempre presentes no cotidiano da nossa gente, e nos festejos juninos não seria diferente, ainda mais este ano, quando teremos juntos duas paixões dos sergipanos: Copa do Mundo e São João”, enfatizou a Assessora da Presidência e responsável pelo Marketing e Comunicação do Banese, Letícia Souza. A superintendente de Crédito e Serviços do Banese, Maraiza Sá, comentou que o Credi Junino é um produto consolidado do Banco, que chega em um momento importante para os sergipanos tanto econômica quanto culturalmente. Outro ponto muito positivo da linha de crédito é que ela possui livre destinação, ou seja, pode ser usada para impulsionar uma renda extra, para organizar as finanças, ou apenas para curtir o São João sem precisar comprometer o orçamento familiar, já que há previsibilidade do valor que será pago. “O Banese é o banco de fomento do desenvolvimento de Sergipe, por isso os times da Instituição estudam cada vez mais as necessidades do nosso povo, e pensa estrategicamente em como ajudar a roda da economia a permanecer girando. O Credi Junino é a prova disso, pois ao permitir que mais dinheiro seja injetado localmente, há um aquecimento econômico, mais pessoas têm a possibilidade de ter um emprego, ou mesmo uma renda através da economia informal. E se Sergipe cresce, todos crescemos juntos”, declarou Maraiza Sá. Fonte: Ascom/Banese

Bandes debate governança, inovação e financiamento para descarbonização do Espírito Santo

O Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes) esteve presente nesta quarta-feira (10), no 1º Encontro de Descarbonização, evento realizado pela Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes). A iniciativa reúne representantes de grandes indústrias, órgãos públicos, instituições de fomento e especialistas para debater os desafios enfrentados e as oportunidades geradas pela agenda de baixo carbono do Estado. O diretor-presidente do Bandes, Marcelo Saintive, participou do painel “Governança, inovação e fomento”, que teve como objetivo debater estratégias para a criação de políticas públicas e ecossistemas que facilitem a captação de recursos para o fortalecimento do desenvolvimento sustentável, alinhado ao plano de baixo carbono do Estado. Saintive abordou o avanço que o Espírito Santo alcança com a estrututuração do Fundo de Descarbonização “O exemplo mais emblemático dessa agenda é o Fundo de Descarbonização estruturado pelo banco e lançado neste ano. Damos um passo ainda mais decisivo ao criar um fundo que transforma recursos provenientes de combustíveis fósseis em investimentos para financiar a transição energética. A estrutura contempla setores estratégicos como energia renovável, biocombustíveis, eletrificação, agricultura sustentável, eficiência energética e tecnologias limpas. Mais do que uma agenda ambiental, é uma estratégia econômica para aumento da competitividade regional”, destacou. O diretor-presidente também ressaltou a importância dos bancos de desenvolvimento para o desenvolvimento sustentável e alcance do objetivo de neutralização dos Gases de Efeito Estufa (GEE). “Os bancos de desenvolvimento assumem papel estratégico. Mais do que oferecer crédito, são indutores do crescimento econômico, ajudando regiões a transformar potencial em desenvolvimento concreto e viabilizando projetos que o mercado tradicional ainda considera complexos ou de longo prazo. No Espírito Santo, esse movimento ganha força por meio da atuação do Bandes, que vem ampliando investimentos em inovação, modernização industrial, energias renováveis e fortalecimento das cadeias produtivas locais”, afirmou. Fundo de descarbonização Pioneiro no financiamento verde no País, o Bandes liderou a criação do Fundo de Descarbonização, estruturado para viabilizar o financiamento de projetos em setores estratégicos, como energias renováveis, eficiência energética, tecnologias limpas, agricultura de baixo impacto, restauração ambiental e produção de biocombustíveis. Totalizando quase R$ 1 bilhão de investimentos, que serão geridos pela BTG Pactual Asset Management, o mecanismo busca atrair recursos para fortalecer o ecossistema de finanças climáticas e ampliar o acesso a crédito para iniciativas que promovam inovação e competitividade no território capixaba. A iniciativa é alinhada ao Plano de Descarbonização e Neutralização das Emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), do Estado, que prevê a redução de 27% das emissões até 2030 e a neutralidade de carbono até 2050. O que é descarbonização? A descarbonização é um processo que visa reduzir as emissões de gases de efeito estufa na atmosfera, principalmente o dióxido de carbono (CO2), originado pelo uso de combustíveis fósseis, como carvão, petróleo e gás. O objetivo da descarbonização é promover a transição da economia global para uma economia de baixo carbono, a fim de reduzir os impactos causados pelas mudanças climáticas. Além de melhorias significativas na qualidade de vida e da garantia de bem-estar para a sociedade, a transição energética gera novas indústrias e empregos verdes. Baseada, principalmente, na substituição de combustíveis fósseis por fontes renováveis de energia, essa transformação contribui para a preservação de florestas, solos e oceanos, garantindo um futuro melhor e mais seguro para as próximas gerações. O Plano de Descarbonização e Neutralização das Emissões de GEE oferece uma visão abrangente dos caminhos para a neutralização das emissões de carbono, facilitando análises e estratégias para reduzir as emissões de gases de efeito estufa até 2050. A iniciativa parte do princípio de que o Estado é um agente catalisador das mudanças na economia, podendo promover transformações por meio da criação de mecanismos e políticas públicas que influenciam diretamente os setores da economia. Saiba mais:www.bandes.com.br/descarbonizacao Fonte: Ascom/Bandes