Sicredi impulsiona empreendedorismo feminino com crédito e iniciativas voltadas à educação

O empreendedorismo feminino tem se consolidado como uma das principais ferramentas de transformação social e econômica no Brasil, com mais de 10 milhões de mulheres à frente de seus próprios negócios, de acordo com dados do Sebrae divulgados em fevereiro de 2025. No mês em que se celebra o Dia Internacional da Mulher, o Sicredi reforça seu compromisso com esse público. A instituição financeira cooperativa fechou 2025 com uma carteira de crédito de mais de R$17,5 bilhões direcionada para empresas lideradas por mulheres. O valor representa um crescimento de mais de 12% em relação a 2024, quando a carteira somava mais de R$15,6 bilhões. Para sustentar esse avanço, o Sicredi tem intensificado o movimento de captações internacionais, somando R$3,3 bilhões captados nos últimos cinco anos – destes R$1,13 bilhão captados somente em 2025. Entre as instituições parceiras, destacam-se o Banco de Desenvolvimento da América Latina (CAF) e a Agência de Cooperação Internacional do Japão (JICA), destinados exclusivamente ao financiamento de negócios liderados por mulheres.  Além do crédito: educação e liderança Com presença nacional e atuação próxima às comunidades, o Sicredi desenvolve ações que atendem às necessidades reais das empreendedoras, oferecendo orientação e apoio ao protagonismo feminino que vai além das soluções financeiras.  “No Sicredi, priorizamos uma abordagem humana e educativa. Entendemos que cada empreendedora tem uma trajetória única e, ao oferecer as ferramentas certas e o suporte necessário, ajudamos a transformar a realidade econômica e a promover a equidade nas regiões onde atuamos”, destaca Stella Trabulsi Fraiha Franca, superintendente de Negócios PJ do Sicredi. Entre as iniciativas de destaque estão:– Curso Mulher Empreendedora: criado em 2023 e direcionado para a formação e crescimento de pequenos negócios, o programa já contou com a participação de 1.600 mulheres na modalidade on-line e mais de 300 no formato presencial. O curso está disponível na plataforma Sicredi na Comunidade. – Comitê Mulher: com o objetivo de ampliar a presença feminina em cargos de liderança das cooperativas e comunidades, a iniciativa já contou com a participação de mais de 6.600 mulheres. Apenas em 2025, o programa envolveu 5.282 participantes ativas, resultando na eleição de 506 Coordenadoras de Núcleo e 85 Conselheiras dentro das cooperativas. Saiba mais: Comitê Mulher Fonte: Ascom/Sicredi

ABDE lança nova edição da cartilha sobre responsabilidade socioambiental e climática para instituições financeiras

Material reúne orientações revisadas e atualizadas para apoiar a implementação da Política de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática no Sistema Nacional de Fomento A Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE) acaba de lançar uma nova edição da Cartilha sobre a Política de Responsabilidade Social, Ambiental e Climática (PRSAC), publicação revisada e atualizada para apoiar instituições financeiras na incorporação de práticas alinhadas à sustentabilidade e ao gerenciamento de riscos socioambientais e climáticos. Elaborado pela ABDE em parceria com a Cooperação Alemã para o Desenvolvimento Sustentável (GIZ), no âmbito do projeto Finanças Brasileiras Sustentáveis (FiBraS II), o material traz conteúdos atualizados de acordo com a evolução das normas e das melhores práticas, reunindo orientações de forma clara e objetiva para facilitar a implementação da política nas organizações. A cartilha apresenta os principais conceitos da PRSAC, explica como estruturar a política dentro das instituições e traz recomendações sobre governança, definição de responsabilidades, monitoramento e gestão de riscos. Em relação à versão anterior, a publicação incorpora revisões e atualizações que refletem os avanços regulatórios e as experiências acumuladas pelas instituições financeiras, consolidando-se como um guia prático para apoiar a integração dos aspectos sociais, ambientais e climáticos às estratégias e operações. Além de apoiar a adequação às diretrizes regulatórias, a publicação reforça o compromisso da ABDE e de seus parceiros com o fortalecimento das finanças sustentáveis no Brasil. Ao disponibilizar um material atualizado, acessível e voltado à aplicação prática, a iniciativa contribui para que os integrantes do Sistema Nacional de Fomento estejam cada vez mais preparados para enfrentar os desafios da transição para uma economia mais sustentável. Acesse a cartilha gratuitamente aqui.

Sicoob investe mais de R$ 567 milhões em ações sociais e amplia capilaridade no Brasil, aponta Relatório de Sustentabilidade

O Sicoob divulgou o Relatório de Sustentabilidade 2025, que consolida os resultados da instituição nas frentes de impacto social, ambiental e econômico. Os indicadores confirmam uma trajetória em que crescimento e geração de valor para a sociedade avançam de forma conjunta, característica estrutural do cooperativismo financeiro, no qual os resultados do Sistema retornam diretamente aos cooperados e às regiões onde estão presentes. Em 2025, o Sicoob investiu mais de R$ 567 milhões em ações sociais, recursos distribuídos em frentes como campanhas emergenciais, cultura, doações filantrópicas, fundo voluntário, educação cooperativista, leis de incentivo, educação financeira, empreendedorismo e responsabilidade social, meio ambiente e esporte. Esse investimento traduziu-se em impacto direto na vida de milhões de brasileiros : os programas do Instituto Sicoob beneficiaram diretamente 4,6 milhões de pessoas, enquanto ações de educação financeira alcançaram 2,4 milhões de indivíduos. Além de ampliar o acesso a serviços financeiros, essas iniciativas contribuem para a capacitação na tomada de decisões econômicas, fortalecem o empreendedorismo local e impulsionam as economias regionais. O compromisso com o desenvolvimento sustentável avançou em frentes igualmente concretas. Em parceria com o BID Invest, o Sicoob estruturou uma operação de US$ 70 milhões para ampliar o crédito voltado a práticas sustentáveis, reforçando sua atuação na mobilização de recursos para uma economia de baixo carbono. No campo dos investimentos, lançou o Sicoob ASG Fundo de Investimento em Ações Investimento Sustentável, que permite ao cooperado alinhar suas aplicações a critérios ambientais, sociais e de governança. A presença do Sicoob também se expressa na capilaridade da rede. Em 420 municípios brasileiros, é a única opção estruturada de acesso a crédito, poupança e demais serviços financeiros, servida por gente, e, sem a instituição, essa população estaria à margem do sistema financeiro. Não por acaso, em 2025 o número de cooperados das classes C, D e E cresceu 28,3%, chegando a mais de 5,4 milhões de cooperados nesse perfil. Esse avanço evidencia o papel do cooperativismo financeiro como vetor de inclusão real: não apenas como acesso a produtos, mas como porta de entrada para famílias e pequenos empreendedores que passam a ter, pela primeira vez, uma instituição financeira ao seu lado. Ao mesmo tempo, 98% das transações já são realizadas por canais digitais, revelando um modelo que integra conveniência tecnológica e proximidade territorial. Físico e digital não são alternativas no Sicoob, mas operam de forma complementar e integrada, para que cada cooperado seja atendido onde e como preferir. “O cooperativismo tem uma característica central que o distingue estruturalmente de qualquer outro modelo: o resultado não é um fim em si mesmo, mas o meio pelo qual a instituição cumpre seu propósito. Quando reduzimos o custo do crédito e dos serviços, ampliamos a rentabilidade dos investimentos e compartilhamos os excedentes financeiros com os cooperados e as suas comunidades, geramos valor de forma concreta, mensurável e permanente para a população e  seus territórios atendidos pelas nossas cooperativas. Esse é o diferencial que nenhuma instituição tradicional consegue replicar”, afirma Ênio Meinen, diretor de Coordenação Sistêmica, Sustentabilidade e Relações Institucionais do Sicoob. O Relatório de Sustentabilidade 2025 está disponível para acesso aqui. Acesse e conheça, na íntegra, os indicadores e as iniciativas que orientaram a atuação da instituição. Fonte: Ascom/Sicoob

Missão 6 da NIB já mobilizou R$ 30,7 bilhões para projetos de defesa, soberania e tecnologias estratégicas

Levantamento da ABDE mostra que SNF apoiou 149 projetos ligados à Base Industrial de Defesa, com foco em aeroespacial, satélites, cibersegurança e tecnologias nucleares A política industrial brasileira voltada à soberania tecnológica e à defesa nacional já movimentou pelo menos R$ 30,7 bilhões em financiamentos e operações de apoio à inovação desde o lançamento da Nova Indústria Brasil (NIB). O dado integra levantamento realizado pela Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), que mapeou a atuação do Sistema Nacional de Fomento (SNF) na Missão 6 da NIB, eixo dedicado ao desenvolvimento de tecnologias estratégicas para defesa, segurança e autonomia tecnológica. Ao todo, foram identificados 149 projetos apoiados por instituições do sistema. Segundo o estudo, os R$ 30,7 bilhões mapeados consideram a atuação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), da Finep e de agentes regionais do Sistema Nacional de Fomento, incluindo bancos de desenvolvimento e agências de fomento. A maior parte dos recursos foi desembolsada pelo BNDES, responsável por R$ 27,82 bilhões distribuídos em 77 projetos. A Finep responde por outros R$ 2,88 bilhões, aplicados em 72 iniciativas voltadas à pesquisa, desenvolvimento e inovação. O levantamento aponta que a combinação entre crédito, subvenção econômica e recursos não reembolsáveis tem sido fundamental para impulsionar setores intensivos em tecnologia e conhecimento. Os investimentos abrangem áreas consideradas críticas para a soberania nacional, como sistemas aeroespaciais, satélites, radares, tecnologias nucleares, computação quântica, defesa cibernética, sensores inteligentes, veículos autônomos e sistemas de uso dual — aqueles que podem ser aplicados tanto em atividades civis quanto militares. Entre os maiores projetos apoiados pela Finep destacam-se a expansão tecnológica de aeronaves para aumento da competitividade, com investimento de R$ 316 milhões; a atualização e ampliação da capacidade da Plataforma Multimissão (PMM), com R$ 249,4 milhões; o desenvolvimento de um satélite nacional de observação de altíssima resolução, que recebeu R$ 220 milhões; o Micro Lançador Brasileiro (MLBR), com R$ 190 milhões; e o programa de desenvolvimento de um veículo lançador de nanosatélites comercialmente competitivo, contemplado com R$ 180,5 milhões. Também figuram entre os principais aportes projetos voltados à autonomia tecnológica aeroespacial, tecnologias nucleares e sistemas avançados de defesa. No caso do BNDES, além do apoio direto à inovação industrial, o levantamento destaca operações voltadas à Base Industrial de Defesa e à indústria aeronáutica nacional. Somadas, as principais operações destinadas à aquisição e à exportação de aeronaves totalizam R$ 7 bilhões, evidenciando o papel do Banco no fortalecimento da cadeia aeronáutica brasileira, na ampliação da capacidade produtiva e no aumento da competitividade internacional da indústria nacional. A pesquisa também identificou a participação de agentes regionais do Sistema Nacional de Fomento. Entre as instituições consultadas pela ABDE estão o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE), a Agência de Fomento de Pernambuco (AGE-PE), a Fomento Paraná, a Desenvolve Bahia (Desenbahia), a Agência de Fomento do Estado do Rio de Janeiro (AgeRio), a Desenvolve Alagoas e o Banese. Foram identificadas iniciativas relacionadas à inovação tecnológica, monitoramento eletrônico, segurança pública municipal e vigilância privada, evidenciando conexões com a agenda de defesa e segurança em diferentes níveis. “Os números demonstram que o Sistema Nacional de Fomento desempenha papel relevante no financiamento da soberania tecnológica brasileira. O levantamento aponta que a agenda de defesa do país está cada vez mais associada ao desenvolvimento de tecnologias avançadas e à inovação industrial, reforçando capacidades nacionais em áreas estratégicas como aeroespacial, cibersegurança, inteligência artificial, tecnologias quânticas, radares, sensores e infraestrutura científica”, ressalta o diretor executivo da ABDE, André Godoy.

Fomento Paraná negocia com BID captação de US$ 50 milhões para ajudar empresas

A Fomento Paraná recebeu no início de maio uma missão do Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) que está analisando o projeto Paraná Empreendedor. O projeto prevê uma captação no valor de US$ 50 milhões junto ao BID para capitalização da Fomento Paraná. Os recursos serão integralizados ao capital da instituição financeira estadual e destinados principalmente ao financiamento de projetos de investimento (fixo) para empresas de micro, pequeno e médio porte, compreendendo tanto linhas de microcrédito, até R$ 20 mil, quanto linhas de investimento em valores superiores. Parte dos recursos da captação será investida na modernização tecnológica da instituição, para melhoria dos processos de análise e concessão de crédito e controle de clientes, a partir de um diagnóstico apurado por uma consultoria contratada pelo BID. As secretarias de Estado da Fazenda e do Planejamento estão dando apoio ao processo de captação dos recursos, uma vez que o mutuário do financiamento será o Governo do Paraná, com aval soberano da União. Fonte: Ascom/Fomento Paraná

Tocantins lidera ranking nacional de qualidade de crédito com programas que unem capacitação e geração de renda

O Tocantins conquistou a primeira colocação nacional no indicador de Qualidade de Crédito para Pessoa Física, segundo o Ranking de Competitividade dos Estados 2025, elaborado com base em dados do Banco Central do Brasil. O levantamento mede a participação de pessoas físicas, nas modalidades não emergenciais como crédito consignado, habitacional, veículos e rural. Essas linhas são consideradas de melhor qualidade por apresentarem menor risco e vínculo direto com aquisição de bens, investimento e atividades produtivas; quanto maior sua presença, mais saudável é o mercado de crédito.                                                                                                      No Tocantins, o avanço no indicador está associado a uma estratégia que prioriza o crédito como instrumento de desenvolvimento econômico, e não apenas como mecanismo de consumo ou endividamento. Em 2025, essa política ganhou escala e foram mais de R$ 26,3 milhões injetados diretamente na economia, somando diferentes linhas de financiamento com juros reduzidos, prazos mais longos e condições que incentivam o empreendedorismo, a formalização e a geração de renda.  O governador do Tocantins, Wanderlei Barbosa, destaca que o resultado reflete a política do Estado de fortalecimento do crédito produtivo, com foco na geração de renda e no desenvolvimento econômico. “Esse resultado mostra que o Tocantins está avançando com uma estratégia consistente: ampliar o acesso ao crédito com qualidade e direcionamento para a produção. Aqui, o crédito não é estímulo ao endividamento, é oportunidade para empreender, produzir e gerar renda. É assim que o desenvolvimento acontece na prática”, afirma. Turismo  No setor turístico, o Tocantins também ampliou o acesso a financiamento. O Estado conta com mais de R$ 16 milhões disponibilizados via Fundo Geral do Turismo (Fungetur), com recursos do Ministério do Turismo, destinados a empreendimentos como hotéis, bares, restaurantes e projetos de energia solar, com juros reduzidos e prazos estendidos. “Esse reconhecimento nacional reforça que estamos construindo um ambiente econômico mais sólido, onde o crédito deixa de ser um risco e passa a ser uma ponte para oportunidades. Esse é o compromisso da nossa gestão à frente da Agência de Fomento do Tocantins”, pontua o presidente da Agência de Fomento, Portilho Prado. O indicador avalia a composição do crédito disponível à população e a liderança do Tocantins evidencia um ambiente econômico mais estruturado, com maior presença de crédito voltado ao investimento, à produção e ao crescimento sustentável.  Formalização Entre as iniciativas, o Governo do Tocantins aposta em programas que combinam crédito com capacitação e inclusão produtiva, a exemplo do projeto “Mãos que Criam”, ação idealizada pelo Governo do Tocantins, que integra qualificação profissional e acesso ao crédito.  Por meio da Secretaria de Estado do Trabalho e Desenvolvimento Social (Setas), o projeto incentiva a inclusão produtiva e o fortalecimento da autonomia financeira de famílias em situação de vulnerabilidade social. A proposta é preparar o cidadão antes da tomada de crédito, aumentando a efetividade dos investimentos e reduzindo riscos. Fernanda Pedrosa comercializa bombons, tortas e bolo no pote. A empreendedora iniciou a capacitação e pretende ampliar a produção. “Eu comecei o curso oferecido pelo Estado e a minha experiência está sendo muito boa, a expectativa está lá em cima. Estou com o coração muito cheio de esperança em conseguir ampliar os produtos na minha área de vendas. Vou aproveitar o que aprendi no curso e passar a fazer brownie e ovos de páscoa e tudo planejado. A capacitação me preparou para medir o custo-benefício das coisas e como aplicar o dinheiro das vendas, vou ter muito sucesso”, comemora. Outro destaque é o programa Mulheres Empreendedoras, que oferece crédito com juros a partir de 2,10% ao mês, com financiamentos de até R$ 100 mil e prazos estendidos para estimular o crescimento de negócios liderados por mulheres em todo o estado. A iniciativa amplia o acesso ao crédito para microempreendedoras Individuais (MEI), Micro (ME), pequenas e médias empresas, além de profissionais liberais cujo quadro societário seja composto majoritariamente por mulheres. Fonte: Ascom/FomenTO