ABDE está com oportunidade aberta para vaga de estágio na Gerência de Relações Institucionais e Operações

A Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), entidade que reúne 34 Instituições Financeiras de Desenvolvimento de todo o Brasil, procura estudantes do curso de Economia, a partir do 5° semestre, para ocupar vaga de Estagiário na Gerência de Relações Institucionais e de Operações da ABDE. Local de Trabalho: a vaga será para a sede da ABDE, na cidade de Brasília/DF, em regime híbrido, podendo exercer suas funções fora do escritório em alguns dias da semana. Atribuições e responsabilidades: – Manutenção e atualização das bases de dados das Instituições Financeiras de Desenvolvimento monitoradas pela ABDE; – Gestão de projetos da Associação com parcerias nacionais e internacionais; – Estudos e pesquisas desenvolvidos pela GEROP; – Elaboração de apresentações, resumos, materiais de disseminação, entre outros; Requisitos exigidos: – Ensino superior cursando em Economia a partir do 5° semestre; – Conhecimento básico do pacote Microsoft Office; Habilidades e conhecimentos desejáveis: – Conhecimento intermediário do pacote Microsoft Office; – Conhecimento avançado de Excel será considerado diferencial; Bolsa e Benefícios: – Bolsa estágio no valor de R$1331,18 – Vale alimentação/refeição no valor de R$55,00 por dia – Vale transporte Processo seletivo: – Análise de currículo; – Entrevistas; – Teste de habilidades. Favor enviar currículo até o dia 22 de agosto de 2025 para o seguinte e-mail: gerop@abde.org.br

Acordo entre Banco do Brasil e BID destina US$ 250 milhões para bioeconomia e infraestrutura sustentável na Amazônia

Iniciativa deve beneficiar 11,7 mil MPEs, produtores, empreendedores, agricultores familiares, cooperativas e empreendimentos comunitários O Banco do Brasil fechou um acordo com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) para destinar US$ 250 milhões para apoiar o Programa BB Amazônia, uma iniciativa voltada à promoção de negócios da bioeconomia e à expansão da infraestrutura sustentável dessas cadeias na Amazônia Legal brasileira. O pacote inclui um empréstimo de US$ 175 milhões do BID e outro de US$ 75 milhões do Fundo Verde para o Clima (GCF na sigla em inglês). O programa ampliará o acesso ao crédito para pequenos empreendimentos locais ao longo das cadeias de valor da bioeconomia, assim como projetos de infraestrutura sustentável focados em energia renovável e conectividade digital. Espera-se que até 11,7 mil micro, pequenas e médias empresas, produtores, empreendedores, agricultores familiares, cooperativas e empreendimentos comunitários se beneficiem com o programa. Esta estratégia de captação de recursos com instituições e organismos multilaterais realizada pelo Banco do Brasil faz parte dos Eixos Priorizados da COP30 em proporcionar “Financiamento Climático para Países em Desenvolvimento”. “O acordo busca reduzir barreiras históricas de financiamento enfrentadas por micro, pequenas e médias empresas, cooperativas produtivas, agricultores familiares, negócios liderados por mulheres e populações tradicionais. Ao investir em modelos de negócios sustentáveis e compatíveis com a floresta, o BB Amazônia contribuirá diretamente para a conservação e restauração do bioma amazônico, geração de renda e fortalecimento das cadeias de valor locais”, destaca José Ricardo Sasseron, vice-presidente de Negócios Governo e Sustentabilidade Empresarial no Banco do Brasil. “Espera-se que o programa aumente a capacidade de investimento dos beneficiários ao aliviar restrições de crédito. Dado o papel central desses negócios na bioeconomia, o programa contribuirá para o desenvolvimento sustentável da Amazônia Legal brasileira”, completa Sasseron. Entre os resultados esperados, estão: o aumento do acesso ao crédito para o desenvolvimento produtivo de empreendimentos, a expansão da capacidade de geração de energia renovável distribuída entre diferentes comunidades e a melhoria da conectividade digital em regiões da Amazônia com baixa cobertura. Assim, o programa contribuirá diretamente para as metas brasileiras de mitigação e adaptação às mudanças climáticas. O programa também prevê alocação específica de recursos para empreendimentos liderados por mulheres e apoiará o desenvolvimento de um plano de ação para ampliar o acesso ao crédito por populações tradicionais, promovendo a inclusão financeira de grupos historicamente marginalizados. Além do empréstimo, o pacote de financiamento inclui uma subvenção de US$8,8 milhões do BID-GCF para apoiar a implementação de um mecanismo de cobertura de perdas que permitirá ao BB ampliar o crédito para empreendimentos com maior risco. O programa aproveitará a ampla presença do BB na região amazônica, especialmente por meio do Hub de Bioeconomia que coordena a oferta de serviços financeiros e assistência técnica aos empreendimentos. O Hub conta atualmente com apoio de uma Cooperação Técnica BID-GCF em execução e será fundamental para o sucesso do programa. A operação reforça a parceria estratégica entre o Banco do Brasil e o BID no apoio a soluções que conciliam desenvolvimento e conservação na Amazônia Legal. “A Amazônia é a floresta, a fauna, e também as pessoas. O BID e o BB compartilham essa visão, que motiva parcerias como esta. Ao empoderar comunidades locais, não só contribuímos para a conservação e restauração ambiental, mas também melhoramos a vida de quem vive no e do bioma”, afirma Annette Killmer, chefe da Representação do BID no Brasil. Fonte: ASCOM/Banco do Brasil

Projetos de energia renovável e pecuária lideram financiamentos do Banco do Agricultor Paranaense via BRDE

Com mais de R$ 305 milhões em crédito liberado e R$ 80 milhões em subvenção, programa estadual fortalece o agronegócio com foco em energia renovável, pecuária e sustentabilidade. O Banco do Agricultor Paranaense, programa do Governo do Estado em parceria com a Fomento Paraná, BRDE e diversas instituições de crédito, é uma das principais ferramentas de incentivo ao desenvolvimento do agro no Paraná. Desde seu lançamento, em 2021, o BRDE acompanha de perto o desenvolvimento do programa e ajudou a beneficiar milhares de produtores com crédito subsidiado, promovendo crescimento econômico e sustentabilidade em todas as regiões do Estado. Até o momento, foram aprovados no BRDE 2.171 projetos, totalizando R$ 305 milhões em crédito, com R$ 80 milhões de subvenção econômica feita pela Fomento Paraná com recursos viabilizados por meio do Fundo de Desenvolvimento Econômico (FDE), que permite a devolução parcial ou total dos juros pagos pelos produtores. A equalização de juros é o principal mecanismo do programa. Trata-se da devolução, pelo Governo do Estado, de parte ou da totalidade dos juros pagos pelos produtores em financiamentos contratados. Essa devolução varia de acordo com o porte do produtor, o tipo de atividade financiada e o município onde o projeto será executado. Em regiões com Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) abaixo da média estadual, o valor devolvido tende a ser maior, como forma de incentivo ao desenvolvimento regional. Na prática, a equalização reduz a taxa de juros do financiamento, tornando o crédito mais acessível e estimulando o investimento em atividades estratégicas para o agronegócio. “O principal ponto do programa é se adaptar à realidade de cada produtor, seja qual for sua localização. Em regiões com mais obstáculos, a equalização de juros garante que esses produtores tenham condições de investir sem ficar em desvantagem. É uma forma de fazer o desenvolvimento acontecer de maneira mais equilibrada”, explica o diretor administrativo do BRDE, Heraldo Neves. A gerente operacional Carmem Truite define o programa como uma iniciativa que alia estratégia e cuidado com o produtor. “O Banco do Agricultor é um movimento muito importante porque mostra que o Estado tem um olhar atento para as atividades que realmente fazem diferença na economia. Existe uma preocupação real com a agricultura familiar, que precisa de incentivo constante, porque é fonte de sustento. Além do estímulo financeiro, o programa exige assistência técnica para ajudar o produtor a saber onde investir, como fazer, e não acabar errando”, complementa. Além dos agricultores familiares, produtores de maior porte também podem ser beneficiados, desde que invistam em áreas prioritárias como energia solar, biomassa, irrigação e turismo. O objetivo é fomentar atividades que gerem impacto positivo na economia e no meio ambiente. Os projetos de energia renovável, especialmente os de energia solar, lideram os investimentos financiados pelo programa no BRDE. A energia solar tem sido amplamente adotada por produtores que buscam reduzir custos e aumentar a autonomia energética. A biomassa também se destaca, não apenas pela geração de energia, mas pelo papel ambiental relevante, ao contribuir para a redução de gases de efeito estufa. “A adesão à energia renovável cresceu porque alia economia e autonomia no campo. Por ser acessível e ter retorno previsível, o investimento se torna viável e ajuda a enfrentar um dos principais desafios do produtor, o alto custo com eletricidade. A economia vira reinvestimento, e o ciclo produtivo melhora”, afirma o vice-presidente do BRDE, Rene Garcia. Mesmo atividades não diretamente contempladas, como a avicultura em larga escala e a suinocultura, podem ser beneficiadas indiretamente. Por exemplo, produtores que instalam painéis solares para uso em criadouros têm seus projetos enquadrados como energia renovável e, portanto, são elegíveis à subvenção. A pecuária, especialmente a leiteira, é outro setor fortemente beneficiado. Os recursos têm sido aplicados na modernização de processos, aquisição de equipamentos e melhoria da produtividade, sempre com foco na qualidade e na sustentabilidade. COMO ACESSAR – Para acessar os benefícios do Banco do Agricultor, os produtores devem procurar uma das cooperativas de crédito conveniadas ao BRDE. A lista completa de instituições conveniadas está disponível no site do BRDE: www.brde.com.br/transparencia/conveniadas-2. Projetos com valor acima de R$ 800 mil podem ser submetidos diretamente pelo internet banking do BRDE. Confira as linhas de financiamento: Pronaf Mulher: juro zero Cooperativas da agricultura familiar: juro zero Agroindústria familiar: juro zero Produção, captação e armazenamento de água: juro zero Erva-mate, pinhão, seda, café, orgânicos, apicultura e horticultura: juro zero Turismo rural: juro zero Pecuária de corte e leite: juros de 1% a 4% Piscicultura: juros de 1% a 4% Projetos de energia renovável: juro zero para projetos de até R$ 500 mil. Acima desse valor, juros variam de 2% a 5,5% Biogás: juro zero para projetos de até R$ 2 milhões para pessoas físicas e de até R$ 20 milhões para CNPJs. Acima desses valores, juros de 5% Projetos de irrigação: juro zero para projetos de até R$ 1 milhão para pessoa física e de até R$ 4,5 milhões para pessoa jurídica. Acima desses valores, os juros variam de 3% a 5,5% Demais linhas do Pronaf: redução de cinco pontos percentuais nos financiamentos, cujas taxas variam de 8,5% e 10,5%, devendo ficar entre 3,5% e 5,5% Fonte: ASCOM/BRDE

Bandes impulsiona setor da construção civil com apoio à ES Construção 2025

O banco destaca linhas de financiamento para aquisição de máquinas, equipamentos e expansão de negócios no setor Oferecendo inovações, seminários, cursos práticos, rodadas de negócios e outros serviços, o Pavilhão de Carapina, na Serra, recebe a segunda edição da feira ES Construção Brasil, Brasil, que teve início nessa quarta-feira (16) e segue até esta sexta-feira (18). O evento, promovido pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon-ES), conta com o apoio do Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes) para reunir construtores, varejistas e profissionais da construção. Para além da edificação, a proposta é, fora a exposição de produtos, serviços e soluções para o mercado, conectar o público a uma série de experiências com foco na profissionalização, geração de negócios e na promoção de inovações e tecnologias para maior eficiência e sustentabilidade dos processos construtivos. Os profissionais e visitantes poderão, ainda, fazer contato com as principais entidades governamentais e privadas ligadas à defesa dos interesses do setor. Nesse sentido, o Bandes se coloca, mais uma vez, como um dos pilares para garantir o desenvolvimento do Estado. Por isso, apresenta recursos disponíveis para as empresas investirem em infraestrutura e aumentarem a capacidade produtiva, com linhas de financiamento para a aquisição de máquinas e equipamentos, tanto nacionais quanto importados, como betoneiras, maquinário de fabricação de blocos, corte de aço e entre outros. Aos interessados, o banco capixaba permite investimentos fixos e mistos, além de capital de giro, desde que atendam os requisitos necessários. Quanto ao pagamento, a instituição possibilita o acorde de prazos alongados, conforme a necessidade e capacidade de cada cliente. Para que uma empresa possa manter a estrutura atualizada e adequada para atender às demandas do mercado, é preciso realizar investimentos constantes. “O setor de construção é considerado de base, pois a sua atividade reflete em diversos outros setores industriais. Além disso, tem um alto grau de empregabilidade. Logo, o Bandes, como agente atento quanto ao suporte à indústria capixaba, se coloca como parceiro no fortalecimento do setor”, diz o gerente Comercial e de Relacionamento do banco, Ezequiel Nascimento. Saiba mais em: https://www.bandes.com.br/Site/Dinamico/Show/1801/credito-investimento https://www.bandes.com.br/Site/Dinamico/Show/1374/retomada Fonte: ASCOM/Bandes

Com a participação de BRDE, Badesul e Banrisul, fundo se aproxima dos R$ 11 milhões investidos em startups gaúchas

Recorde de investimentos impulsiona o ecossistema de inovação no RS em momento de retomada econômica após as enchentes. O Rio Grande do Sul vive um momento decisivo para o fortalecimento do seu ecossistema de inovação com aportes significativos realizados por meio do Fundo de Investimento em Participações (FIP) Anjo, contemplando expressivas contribuições do BNDES e das principais instituições de desenvolvimento e fomento do estado: Badesul, Banrisul e BRDE. Agora com 12 startups selecionadas, o FIP Anjo acaba de alcançar R$ 10.980.000 em investimentos para promover o desenvolvimento tecnológico e econômico, especialmente em um cenário de recuperação pós-enchentes que afetaram duramente a região em 2024. O fundo já tem encaminhado Follow-ons que somam mais de R$ 4,2 milhões e o a meta é chegar aos R$ 20 milhões. Este volume robusto de investimentos reflete um compromisso estratégico para impulsionar startups locais, acelerar a geração de emprego e atrair projetos inovadores, revertendo a tradicional saída de talentos da região. Com acompanhamento qualificado e investimento de longo prazo, busca-se garantir sustentabilidade e escalabilidade às startups investidas. Os parceiros Referência nacional em financiamentos para a inovação, o BRDE investiu R$ 47 milhões em recursos próprios e viabilizou R$ 123,5 milhões em projetos inovadores no Sul do país. Líder em repasses da Finep e com ampla atuação no setor, o banco mantém o programa BRDE Labs, que já acelerou centenas de startups nas cinco edições do programa, contribuindo diretamente para o fortalecimento do polo de inovação. Já o Badesul destaca-se como um dos cotistas mais atuantes, tendo subscrito R$ 5 milhões desde 2019, convertidos em mais de R$ 10 milhões investidos em 12 startups locais. Além dos aportes financeiros, a Agência de Fomento apoia programas como InvestMatch e FineHub, que fomentam capacitação e aceleração das empresas inovadoras. O Banrisul reafirma seu compromisso com o desenvolvimento do setor inovador ao destinar aproximadamente R$ 20 milhões para investimento em startups, além de atuar como um dos principais repassadores de recursos da Finep para projetos de inovação. Por meio do programa Banritech, seu programa de aceleração de startups, aposta no fomento à inovação, ciência e tecnologia. O Banrisul, ainda, é mantenedor do Instituto Caldeira e também patrocinador do NAVI – núcleo de inteligência artificial da TecnoPUC – e do Pacto Alegre. A gestora DOMO.VC já havia investido em seis empresas no RS antes das tragédias ambientais de 2024. Após as enchentes que devastaram o estado, a empresa entendeu que era necessário apoiar o empreendedor local de forma mais robusta. “A ideia do Fundo Anjo veio para fomentar o ecossistema de empreendedorismo no Brasil todo, e não tínhamos como deixar Porto Alegre no mesmo patamar de outros estados após as tragédias do ano passado”, explica Franco Pontillo, General Partner da DOMO.VC O portfólio de startups beneficiadas inclui seis novas empresas que atuam em setores estratégicos para a economia estadual e nacional: LimbX (healthtech), GovTools (fintech para gestão pública), Grana.ai (tecnologia financeira), Captur (energia renovável), Leggal (benefícios corporativos com inteligência jurídica) e AB Card (benefícios para colaboradores). A união de recursos e expertise dessas instituições financeiras de fomento, associada à inovação dos empreendedores locais, sinaliza um novo ciclo vigoroso para o RS, gerando impactos econômicos e sociais relevantes e atraindo talentos e investimentos para a região. As primeiras seis empresas foram divulgadas ainda durante o South Summit Brazil, ocorrido em abril deste ano, em Porto Alegre. Sobre o FIP Anjo O FIP Anjo é um fundo de investimento que surgiu de uma iniciativa do BNDES, com o objetivo de apoiar empreendedores e startups, especialmente em fases iniciais. O BNDES selecionou a DOMO.VC para gerir o FIP Anjo, que possui um capital comprometido de R$ 142 milhões em 70 empresas. O fundo busca investir em negócios com potencial de crescimento que estejam contribuindo para a inovação e o desenvolvimento econômico. O edital do BNDES foi o ponto de partida para a criação do FIP Anjo, definindo os critérios para a seleção do gestor e as diretrizes para a atuação do fundo. Fonte: ASCOM/BRDE

BDMG vai financiar projetos de sustentabilidade de empresas e prefeituras com captação de US$ 200 milhões junto ao NDB

Após concretizar operação, Banco vai oferecer crédito com taxas ainda mais reduzidas e prazo maior para pagamento, estimulando os negócios O Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) espera concretizar ainda neste ano a captação de até US$ 200 milhões junto ao New Development Bank (NDB). A partir desses recursos, o Banco mineiro disponibilizará linhas de financiamento em condições ainda mais vantajosas a prefeituras e empresas de todos os portes para realização de projetos conectados com a sustentabilidade em áreas como mobilidade urbana, energia renovável e limpa, eficiência energética, descarbonização, agricultura sustentável, saúde, entre outros, impulsionado os negócios no Estado. A captação com o NDB é a primeira do BDMG com o aval da União, o que permitirá oferecer financiamentos com taxas ainda mais reduzidas e, principalmente, dar prazo mais longos para as operações. “Quando conseguimos condições diferenciadas de captação de recursos, conseguimos reverter isso em benefícios ao cidadão mineiro. São taxas mais vantajosas que servirão de estímulo para impulsionar negócios e empresas em Minas Gerais, em linha com o que o Governo do Estado tem realizado, sempre focado em promover o desenvolvimento regional”, explica o presidente do BDMG, Gabriel Viégas Neto. Captações recordes A parceria com o NDB vai ampliar os resultados recordes alcançados pelo Banco. Depois de atingir marca histórica em captações de recursos no mercado interno e externo em 2024, neste primeiro semestre de 2025 o Banco já soma R$ 1,45 bilhão em captações, crescimento de 30% em relação ao mesmo intervalo do ano anterior e volume nunca alcançado para este período. Histórico  A negociação começou em outubro de 2022, quando a Comissão de Financiamento Externo (Cofiex) aprovou a captação. Já em setembro de 2023, a Assembleia Legislativa de Minas deu aval em segundo turno para a operação, etapa necessária em função da contragarantia prestada pelo Estado. Outras etapas da contratação incluem aprovações da Secretaria do Tesouro Nacional, da Procuradoria Geral da Fazenda Nacional, do Ministério da Fazenda, da Casa Civil e, por fim, publicação de resolução de autorização da contratação pelo Senado Federal para posterior assinatura do contrato entre BDMG e NDB. Fonte: ASCOM/BDMG