Desenvolve MT destina recursos a Fundos Sociais promovendo apoio a pessoas em situação de vulnerabilidade

A Desenvolve MT – Agência de Fomento do Estado de Mato Grosso concluiu o exercício de 2025 com resultados positivos, e destinou R$31,5 mil a três fundos administrados pela Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc-MT). Cada fundo recebeu R$7,8 mil, beneficiando o Fundo da Infância e Adolescência (FIA), o Fundo Estadual dos Direitos da Pessoa Idosa (Funepi), além do Fundo Municipal da Criança e do Adolescente (FMDCA) e do Fundo Municipal de Apoio à Política do Idoso (Fumapi). A iniciativa foi viabilizada por meio das Leis de Incentivo Fiscal, que permitem que parte dos tributos devidos seja direcionada a projetos sociais previamente aprovados. Esses fundos apoiam iniciativas como programas educacionais, ações de inclusão social, projetos de saúde preventiva, atividades culturais e políticas públicas de defesa de direitos. Dessa forma, empresas e cidadãos podem contribuir para áreas como cultura, esporte, saúde e assistência social, fortalecendo a cidadania fiscal e o compromisso coletivo com o desenvolvimento social e econômico de Mato Grosso. A presidente da Desenvolve MT, Mayran Beckman, ressaltou que a decisão de apoiar os fundos da Setasc e municipais reafirma o compromisso institucional da agência em promover o crescimento aliado à inclusão social. “Nosso trabalho vai além de impulsionar o empreendedorismo e fortalecer a economia. Temos a convicção de que o verdadeiro desenvolvimento acontece quando conseguimos transformar vidas. Ao destinar parte dos tributos para os fundos sociais, estamos investindo em esperança, em dignidade e em oportunidades para aqueles que mais precisam”. O secretário de Estado de Assistência Social e Cidadania, Klebson Gomes, destacou a importância da parceria entre a Setasc e a Desenvolve MT para o fortalecimento das políticas públicas voltadas à proteção social em Mato Grosso. “A parceria com a Desenvolve MT é fundamental para o Estado de Mato Grosso, pois os recursos destinados às entidades e conselhos se transformam em ações sociais voltadas a crianças, adolescentes e idosos. Esses fundos viabilizam programas que retiram crianças da rua, fortalecem o acolhimento aos idosos e garantem apoio a quem mais precisa. Ele afirma ainda, que a Setasc também mantém uma parceria importante com a Desenvolve MT no atendimento às mulheres vítimas de violência, por meio do Cartão SER Família Mulher, com o benefício depositado diretamente na conta das beneficiárias. Essa cooperação permite que os recursos provenientes das aplicações da Desenvolve MT cheguem a quem realmente precisa desse atendimento especial. Fonte: Ascom/DESENVOLVE MT

Estão abertas as inscrições para o 11º Congresso de Inovação da Indústria

As inscrições para a 11ª edição do Congresso de Inovação da Indústria já estão abertas. Marcado para os dias 25 e 26 de março no WTC, em São Paulo, um dos principais eventos de inovação industrial da América Latina é uma iniciativa da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), correalizado pelo Sistema Indústria – que reúne a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Serviço Social da Indústria (SESI), o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) e o Instituto Euvaldo Lodi (IEL) – e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae). O Congresso tem como principal objetivo fortalecer o ecossistema nacional de ciência, tecnologia e inovação (CT&I), promover o diálogo entre os setores público e privado e difundir soluções inovadoras da indústria brasileira. Com o tema Transição Ecológica e Digital, a 11ª edição vai debater a integração entre práticas sustentáveis e tecnologias digitais e reconhecer empresas, ecossistemas e pesquisadores por meio do Prêmio Nacional de Inovação. O evento é gratuito e voltado para lideranças empresariais, especialistas e pesquisadores do ecossistema de inovação público e privado, incluindo empresas, Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs) e startups. “A Jornada Nacional de Inovação nos permite ouvir quem está na ponta e transformar desafios em uma agenda prática: ampliar o acesso a tecnologias, acelerar a digitalização, elevar a eficiência produtiva e incorporar a sustentabilidade como fator de competitividade. Nesse contexto, as deeptechs e a bioeconomia ganham protagonismo ao conectar ciência, inovação e mercado, gerando soluções de alto impacto que fortalecem cadeias produtivas, valorizam ativos naturais e ampliam a competitividade das micro e pequenas empresas brasileiras”, aponta o diretor técnico do Sebrae Nacional, Bruno Quick. “A grande novidade deste ano é que o Congresso acontece depois de uma experiência inédita, a Jornada Nacional de Inovação da Indústria. Ao fim de nove meses, teremos percorrido junto com o Sebrae as cinco regiões do Brasil para ouvir dos empresários quais são os principais desafios e as oportunidades para as empresas inovarem. Também estamos mapeando soluções inovadoras e deep techs brasileiras”, destaca o diretor de Desenvolvimento Industrial, Tecnologia e Inovação da CNI, Jefferson Gomes. A Jornada Nacional de Inovação da Indústria, que começou em julho, é uma caravana que percorre o Brasil por região. Já foram realizados 36 encontros em cidades do Sul, Centro-Oeste e Nordeste. Atualmente, a Jornada está no Sudeste, encerrando na região Norte em março. Os resultados dos 48 encontros serão apresentados no 11º Congresso de Inovação da Indústria. Por meio de escuta ativa e diálogos qualificados entre representantes de deep techs, indústrias, pesquisadores, entidades governamentais e ICTs, a CNI e o Sebrae terão um mapa das principais soluções e desafios para o cenário de inovação tecnológica no Brasil. Além de apresentar o retrato da inovação no país e o posicionamento empresarial das políticas públicas de fomento à transição ecológica e digital, o Congresso terá debates com especialistas e empresários nacionais e internacionais. Acompanhe as novidades da programação nas redes sociais e nas agências de notícias da CNI e do Sebrae. Realizado pela CNI e pelo Sebrae em correalização com SESI, SENAI e IEL, o 11º Congresso de Inovação da Indústria tem patrocínio da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii), do Grupo Boticário e da Bosch. Serviço 11º Congresso de Inovação da Indústria25 e 26 de marçoWTC São PauloInscrições gratuitas pelo site Fonte: Ascom/SEBRAE

Mulheres Inspiradoras e Banco da Amazônia no segundo dia de Davos 2026: Diálogo com a Índia no painel BRICS sobre empreendedorismo e sustentabilidade​

No coração do Fórum Econômico Mundial 2026, em Davos, Suíça, a plataforma Mulheres Inspiradoras, que celebra 10 anos de impacto feminino, e o Banco da Amazôn… No coração do Fórum Econômico Mundial 2026, em Davos, Suíça, a plataforma Mulheres Inspiradoras, que celebra 10 anos de impacto feminino, e o Banco da Amazônia protagonizaram o segundo dia de uma missão inédita: a primeira delegação latino-americana de liderança feminina. Hoje, 20 de janeiro, em nosso segundo dia no Fórum Econômico Mundial, participamos de um diálogo global inspirador com o Governo do Jharkhand (Índia), no painel BRICS CCI WE – Women Entrepreneurship: Driving Growth and Building a Sustainable Economy. Países BRICS como Brasil e Índia compartilham desafios comuns, desde a agricultura familiar na Amazônia Legal até os produtores rurais indianos, e unem forças pelo desenvolvimento econômico e social sustentável. O debate destacou soluções para agricultura sustentável, empreendedorismo feminino, sustentabilidade ambiental e educação. Esta visão coletiva ganha vida prática com as linhas de crédito acessíveis do Banco da Amazônia, como o PRONAF e programas específicos para quem já transforma sonhos empreendedores em realidade concreta. Essas soluções financeiras conectam tradições amazônicas à bioeconomia global, demonstrando como crédito direcionado impulsiona cadeias produtivas sustentáveis, posicionando a região como referência mundial. Ao dialogar com parceiros BRICS, o Banco abre portas para novas linhas de fomento internacional, ampliando o impacto para territórios que mais precisam Painel BRICS: conectando poder feminino e economia sustentável O painel, intitulado Women Entrepreneurship: Driving Growth and Building a Sustainable Economy, foi um hub de ideias, moderado por líderes indianos e com foco em empoderamento feminino como motor de desenvolvimento.Participaram: Essa presença inédita gera parcerias em economia verde e liderança feminina, traduzindo-se em novas oportunidades concretas. Acompanhe os desdobramentos pela Mulheres Inspiradoras e @bancoamazonia. Fonte: Ascom/ BANCO DA AMAZÔNIA

Finep soma R$ 36,4 bilhões em projetos de inovação contratados em três anos

Principal agência de fomento à inovação no Brasil, a Finep (Financiadora de Estudos e Projetos), vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação, alcança resultado recorde: nos últimos três anos, apoiou 3.090 iniciativas de inovação, com contratos que somam R$ 36,4 bilhões. As iniciativas contempladas estão inseridas nos eixos da Nova Indústria Brasil: cadeias agroindustriais, saúde, infraestrutura e mobilidade, transformação digital, transição energética e defesa. Os números são referentes às diversas linhas de financiamento ofertadas pela agência: crédito direto, descentralizado (por meio de operadores financeiros distribuídos por todo o país), subvenção econômica e financiamento não reembolsável a instituições científicas e de tecnologia (ICTs). As áreas que mais somam recursos contratados são: cadeias agroindustriais (R$ 8 bilhões), transição energética e transformação digital (com R$ 7,4 bilhões cada). “Esse resultado é decorrente do compromisso do governo federal em impulsionar a modernização industrial e a transformação digital no país. Os recursos disponibilizados pela Finep impulsionam a base científica e tecnológica necessária para a reindustrialização de setores relevantes da Nova Industria Brasil. O governo do presidente Lula recolocou o conhecimento no coração do projeto nacional e fortaleceu a Finep como instrumento estratégico de Estado”, diz o presidente da Finep, Luiz Antônio Elias. Fonte: Ascom/FINEP

Cresol avança em projetos de remoção de carbono e fortalece a sustentabilidade no campo

A Cresol, em parceria com a Gawa Capital, da Espanha, tem avançado de forma estratégica na implementação de ações voltadas à mensuração das emissões de gases de efeito estufa (GEE) e à valorização econômica dos serviços ambientais prestados por seus cooperados, fortalecendo seu papel na transição sustentável do cooperativismo financeiro. No âmbito desta iniciativa, a Cresol realiza, em conjunto com especialistas, o inventário de emissões de GEE das propriedades rurais de agricultores cooperados por meio da metodologia GHG Protocol. Esse processo assegura rigor técnico, transparência e credibilidade aos dados, permitindo que os cooperados compreendam com precisão o impacto ambiental de suas atividades produtivas e identifiquem oportunidades concretas de mitigação das emissões. Paralelamente, a Cresol, com o apoio técnico da Gawa e consultoria especializada, estrutura mecanismos de remuneração pelo serviço ambiental de remoção. Como resultado, 24 agricultores e agricultoras cooperados da Cresol estão sendo beneficiados com o inventário de emissão de gases de efeito estufa em suas propriedades e o bônus de remoção de carbono, reconhecendo o papel estratégico que esses produtores desempenham na preservação ambiental e no enfrentamento das mudanças climáticas. A execução do projeto ocorre com o envolvimento direto das cooperativas Cresol Liderança, Cresol Tradição e Cresol Horizonte, responsáveis pela seleção e acompanhamento técnico dos cooperados participantes. Essa atuação próxima garante aderência às realidades locais, fortalecendo o vínculo entre a Cresol e seus cooperados. Os 24 cooperados beneficiados foram selecionados com base em critérios estratégicos, como perfil de agricultura familiar, atendimento à legislação da área de preservação ambiental e comprometimento com ações de mitigação climática. Essa atuação conjunta reforça o compromisso da Cresol, em parceria com a Gawa Capital, em integrar finanças, ESG e inovação, posicionando a Cresol como instituição preocupada em proporcionar soluções climáticas aplicadas ao cooperativismo e na geração de valor ambiental e econômico para seus cooperados. Fonte: Ascom/CRESOL

Com apoio do BNDES, vacina da dengue começa a ser aplicada em três cidades

A vacina da dengue desenvolvida pelo Instituto Butantan, com apoio do Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), começa a ser aplicada neste fim de semana em três cidades: Nova Lima (MG), Maranguape (CE) e Botucatu (SP). Os municípios terão aplicação em massa do imunizante em todos os moradores de 15 a 59 anos. Essa nova etapa faz parte da estratégia do Ministério da Saúde para saber o percentual de vacinação necessário para a dengue parar de circular no país e produzir evidências técnicas para subsidiar a expansão da estratégia no Brasil. Nesta primeira etapa, 204,1 mil doses serão distribuídas entre os três municípios: 80 mil para Botucatu (SP), 60,1 mil para Maranguape (CE) e 64 mil para Nova Lima (MG). O quantitativo é suficiente para a vacinação em massa da população-alvo nessas cidades e faz parte das 1,3 milhão de doses produzidas pelo Instituto Butantan.  A Butantan-DV é uma vacina 100% nacional, tem eficácia geral de 74,7% e de 91,6% para casos graves, além de imunizar contra os quatro tipos do vírus da dengue com uma única dose. Para a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), a vacina tem o potencial de mudar o panorama epidemiológico no país, com redução de atendimentos ambulatoriais, hospitalizações e mortes relacionados a dengue. Foram quase 20 anos de pesquisas, em um processo que exigiu dedicação de diferentes centros de pesquisa brasileiros, que contou ainda com apoio de pesquisadores e instituição estrangeiros. Um marco importante ocorreu ainda em 2008, quando o BNDES aprovou o primeiro financiamento para o Butantan desenvolver imunizantes para doenças chamadas negligenciadas. Foram R$ 32 milhões que também deveriam ser usados nos estudos de vacinas para a dengue, a leishmaniose canina e o rotavírus. O apoio do BNDES não parou por aí. Em 2017, o BNDES aprovou financiamento de R$ 97,2 milhões para ensaios clínicos e construção de uma planta de escalonamento para fornecimento de doses contra a dengue. No total, a participação do Banco corresponde a 31% dos R$ 305,5 milhões investidos na vacina. “Desde 2008 o Banco apoia a pesquisa do Instituto Butantan para a vacina da dengue. Sua aplicação no braço de milhares de pessoas é uma vitória da saúde pública brasileira, e a certificação do compromisso do governo do presidente Lula com a ciência e a inovação que salvam vidas. Temos orgulho de ter financiado a implantação do processo de liofilização da vacina, uma etapa essencial para levar o imunizante a lugares mais longínquos sem a necessidade de uma cadeia de frios, o que encarece o processo”, afirmou o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante. Pelo menos desde a década de 1980 o país sofre com epidemias de dengue. Os primeiros casos foram registrados em Roraima e depois dispararam. Em 2008, quando o Banco aprovou o primeiro financiamento para a vacina contra dengue, os casos já tinham ultrapassado a marca de 1 milhão – e continuaram crescendo. A doença se espalhou pelo Brasil e encerrou 2025 com mais de 1,6 milhão de casos prováveis. Na prática, a vacina contra a dengue combate a arbovirose mais frequente no mundo e dá um alívio ao sistema de saúde brasileiro, evitando que milhares de pessoas precisem procurar o SUS por causa da doença. O apoio do BNDES ao imunizante ainda abre caminho para o desenvolvimento da indústria farmacêutica brasileira, um dos pilares da Nova Indústria Brasil. A transferência tecnológica ao Butantan garante a fabricação em larga escala no país e fortalece a autonomia sanitária brasileira, fundamental em momentos críticos. Estratégia de vacinação – Com a chegada de mais doses da Butantan DV, a imunização de profissionais da Atenção Primária à Saúde está prevista para o início de fevereiro, segundo o Ministério da Saúde. Cerca de 1,1 milhão de doses serão destinadas a profissionais que atuam na linha de frente do SUS, como médicos, enfermeiros e agentes comunitários, assim que esse volume estiver disponível.   A estratégia nacional, com vacinação do público geral, será implementada conforme a disponibilidade de doses. Por meio da parceria de transferência de tecnologia entre o Instituto Butantan e a empresa chinesa WuXi Vaccines, a vacinação será gradualmente ampliada para todo o país, começando pela população de 59 anos e avançando até o público de 15 anos. A expectativa é de ampliação da produção em até 30 vezes.  BNDES Funtec – Os recursos aplicados pelo BNDES no desenvolvimento da vacina da dengue são do Fundo Tecnológico (Funtec), que oferece apoio não-reembolsável a projetos de pesquisa aplicada, desenvolvimento tecnológico e inovação em áreas de interesse nacional. Criado em 2006, o Funtec é voltado para o financiamento de investimentos em áreas consideradas de fronteira tecnológica, com foco em pesquisas de medicamentos para o que os especialistas chamam de doenças negligenciadas, como a dengue,  fármacos obtidos por biotecnologia avançada, além de apoiar energia renovável, sobretudo etanol, softwares e semicondutores. Fonte: Ascom/BNDES