Banco do Brasil consolida liderança ASG ao integrar o ICO2 B3 pela 16ª vez consecutiva

Instituição é destaque ao cumprir integralmente critérios de gestão climática e soluções inovadoras para descarbonização O Banco do Brasil integra, pela 16ª vez consecutiva, a carteira do Índice Carbono Eficiente (ICO2) da B3. Criado em 2010 pela B3, em parceria com o BNDES, o ICO2 é um dos principais indicadores ESG do mercado brasileiro e tem como objetivo incentivar práticas empresariais voltadas à eficiência na gestão das emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE), contribuindo para a transição para uma economia de baixo carbono. Ao todo, 65 empresas constam no índice, uma elevação ante as 61 que constavam em sua composição no período anterior. O Banco do Brasil figura entre as companhias com melhor relação entre emissões de carbono e receita, além de estar entre as que cumpriram integralmente os dez critérios de gestão climática do índice, fato que reflete o compromisso em unir crescimento econômico e sustentabilidade na transição para uma economia de baixo carbono. Em 2025, a metodologia do índice passou a ser mais rigorosa, avaliando a relação entre emissões e receita, o Score de Gestão de Emissões (SGEE), a adoção mínima de práticas de gestão e a validação das informações por meio da plataforma ESG Workspace. Essa evolução reflete a crescente exigência do mercado por transparência e governança climática. “A presença do BB no ICO2 é resultado de uma trajetória consistente, pois desde 2008 divulgamos nosso inventário anual de emissões de GEE, que é auditado externamente e reconhecido com 14 selos Ouro pelo GHG Protocol (FGVces). Além disso, o Banco implementa um plano robusto de descarbonização e compensação, que inclui metas alinhadas ao Acordo de Paris e aos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)”, afirma José Ricardo Sasseron, vice-presidente de Negócios de Governo e Sustentabilidade Empresarial do BB. A atuação do Banco do Brasil vai além da gestão interna. A instituição é protagonista em iniciativas que fomentem a descarbonização em toda a cadeia de valor, oferecendo consultoria para elaboração de inventários de emissões, linhas de crédito com condições diferenciadas para projetos sustentáveis e soluções inovadoras como fundos de investimento lastreados em ativos de carbono. Em parceria com organismos internacionais, como o Banco Mundial, o BB lançou programas que exigem planos de descarbonização validados por entidades especializadas, garantindo que seus clientes também avancem na agenda climática. Além disso, participa de projetos de REDD+, que preservam mais de 850 mil hectares de florestas, e investe em bioeconomia, energia renovável e agricultura de baixo carbono, consolidando-se como um agente transformador no mercado brasileiro. Em 2025, o Banco completou 20 anos consecutivos no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE), também da B3, e segue listado em índices internacionais como o Dow Jones Sustainability Index e o FTSE4Good, além de integrar a A-List do Carbon Disclosure Project (CDP), grupo que reúne apenas 2% das empresas avaliadas globalmente. Esses resultados refletem uma governança robusta, metas baseadas em ciência e uma estratégia integrada que considera variáveis econômicas, sociais, ambientais e climáticas no desenvolvimento de produtos e serviços. “Mais do que um reconhecimento, essa conquista reafirma que sustentabilidade é parte essencial da cultura corporativa do BB e orienta sua estratégia de negócios. Com esse propósito, o Banco segue avançando em sua Agenda 30 BB, que estabelece compromissos ambiciosos até 2030, como atingir R$ 500 bilhões em carteira de crédito sustentável, ampliar investimentos em energias renováveis e conservar dois milhões de hectares de áreas florestais”, completa Sasseron. Fonte: Ascom/BANCO DO BRASIL

BNB disponibiliza financiamento estudantil para o semestre 2026.1

Estudantes de universidades privadas que desejem financiar até 100% das mensalidades podem contar com o apoio do Banco do Nordeste (BNB). Por meio do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), o BNB oferece a linha de crédito FNE P-FIES, que possibilita o custeio de mensalidades educacionais com condições facilitadas. Os recursos são destinados ao financiamento de cursos superiores e técnicos oferecidos por instituições de ensino privadas que atendam aos critérios do Ministério da Educação (MEC). Para o primeiro semestre letivo de 2026, os estudantes interessados devem ficar atentos aos prazos de solicitação: para o financiamento de todo o semestre (seis meses de mensalidades), o pedido deve ser realizado até 20 de janeiro de 2026. Para o financiamento de cinco meses, o prazo é até 20 de fevereiro. De acordo com o presidente do Banco do Nordeste, Wanger de Alencar, a iniciativa integra a estratégia da instituição de estimular a educação e o desenvolvimento regional. “O FNE P-FIES é uma ferramenta importante para ampliar o acesso ao ensino superior e técnico no Nordeste. Ao oferecer condições diferenciadas de financiamento, o Banco do Nordeste contribui para que mais estudantes possam dar continuidade aos seus estudos, investir em qualificação profissional e, consequentemente, fortalecer a economia da região”, destaca. CondiçõesDurante a fase de utilização do P-FIES, o estudante paga cerca de 35% do valor da mensalidade, acrescido dos encargos financeiros, o que ajuda a reduzir o impacto no orçamento enquanto permanece em formação acadêmica. O prazo total para pagamento pode chegar a até três vezes a duração regular do curso, ampliando as condições de planejamento financeiro dos estudantes e de suas famílias. Para mais informações, critérios de contratação, documentação necessária e solicitação do financiamento, basta acessar a seção P-FIES do portal do Banco do Nordeste (https://www.bnb.gov.br/fne-p-fies). Fonte: Ascom/BNB

ABDE divulga levantamento sobre crédito e investimento industrial

Pesquisa aponta demanda contida e oportunidades de aprimoramento do financiamento produtivo Nesta sexta-feira (23), a Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE) divulgou na íntegra a Sondagem Especial Condições de Acesso ao Crédito em 2025, realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) com apoio da associação. O levantamento traz um diagnóstico detalhado do ambiente de crédito enfrentado pelas empresas industriais brasileiras e, ao mesmo tempo, aponta oportunidades para fortalecer o financiamento por intermédio do Sistema Nacional de Fomento (SNF) em 2026 e nos próximos anos. O levantamento evidencia a diminuição da perspectiva da indústria na busca por crédito em 2025. Quase metade das indústrias (49%) não buscou crédito de curto ou médio prazo, enquanto 54% deixaram de procurar financiamento de longo prazo. Para a ABDE, esse comportamento revela uma demanda contida, que pode ser revelada com a melhora do ambiente monetário, principalmente com a redução das taxas de juros. Ainda assim, a pesquisa evidencia que, entre as empresas, 26% delas conseguiram contratar ou renovar crédito no curto e médio prazo e 17% no longo prazo, indicando que o sistema financeiro segue operante e que há espaço para ajustes que ampliem o alcance e a eficiência das operações. No que diz respeito apenas às condições de renovação, o levantamento indica relativa estabilidade para parte relevante das empresas. Entre aquelas que renovaram crédito, 47% avaliaram que as condições permaneceram semelhantes, tanto no curto e médio prazo quanto no longo prazo.  Um dos destaques positivos do levantamento é o peso das linhas de longo prazo no financiamento à indústria. Na sondagem, os bancos comerciais, incluindo instituições com carteira de desenvolvimento como BB e Caixa, apresentam 51% das menções nesse tipo de crédito. Em seguida, aparecem os bancos de desenvolvimento, com 30% das menções. O dado reforça a relevância de instituições como o BNDES, o Banco da Amazônia e o Banco do Nordeste como pilares do financiamento de projetos estruturantes, de modernização e de expansão da capacidade produtiva. A pesquisa também destaca diferenças importantes por porte de empresa. As médias indústrias foram as que enfrentaram maior frustração na obtenção de crédito, sobretudo no longo prazo, com 43% de pedidos negados, ante 37% das pequenas e 27% das grandes. O dado reforça a necessidade de linhas mais aderentes ao perfil dessas empresas, um dos focos da agenda defendida pela ABDE para o fortalecimento do Sistema Nacional de Fomento. O estudo chama atenção ainda para a baixa utilização de operações de risco sacado. Apenas 13% das empresas contrataram esse tipo de instrumento nos últimos 12 meses, enquanto 54% não utilizaram nem pretendem utilizar. Para a ABDE, o dado revela espaço para ampliar informação, padronização e aperfeiçoamento de mecanismos de financiamento de cadeia produtiva, com potencial de reduzir custos e fortalecer fornecedores, especialmente em um cenário de crédito mais cauteloso, com tendência de normalização ao longo do ciclo econômico. “Os resultados da sondagem mostram que o crédito segue disponível, mas que a demanda está contida diante de um ambiente monetário ainda restritivo. À medida que as condições macroeconômicas avançarem, especialmente com a redução das taxas de juros, há um espaço relevante para que o Sistema Nacional de Fomento amplie seu papel no financiamento produtivo, com instrumentos mais aderentes às necessidades das empresas — em especial das médias indústrias — e foco em projetos que impulsionem investimento, modernização e crescimento sustentável”, afirma o diretor-executivo da ABDE, André Godoy. A Sondagem Especial Condições de Acesso ao Crédito em 2025 ouviu 1.789 empresas industriais — 713 pequenas, 637 médias e 439 grandes — entre os dias 1º e 12 de agosto de 2025.

Do financiamento público ao Oscar: a engrenagem que sustenta o cinema brasileiro

Após quatro indicações de “O Agente Secreto”, ABDE faz levantamento que mostra como o Sistema Nacional de Fomento impulsiona a produção audiovisual A histórica presença de O Agente Secreto na corrida pelo Oscar 2026 marca um novo capítulo para o cinema brasileiro — e também para as políticas públicas de financiamento à cultura. O longa dirigido por Kleber Mendonça Filho foi indicado simultaneamente a Melhor Filme, Melhor Filme Internacional e Melhor Direção de Elenco, além de garantir a indicação de Wagner Moura a Melhor Ator. Com quatro indicações, o filme com mais de 50 premiações consolida um momento de projeção internacional do audiovisual nacional. O reconhecimento também passou pelo Globo de Ouro, onde o longa conquistou duas estatuetas, ampliando ainda mais sua visibilidade global. Por trás desse percurso internacional, há um elemento estruturante: o financiamento público operado por instituições do Sistema Nacional de Fomento (SNF). De acordo com um levantamento feito pela Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), representante do Sistema Nacional de Fomento (SNF), O Agente Secreto contou com R$ 7,5 milhões em recursos do Fundo Setorial do Audiovisual (FSA) — mecanismo do governo federal administrado pela Agência Nacional do Cinema (Ancine) e pelo Ministério da Cultura — voltado ao fortalecimento de toda a cadeia produtiva do audiovisual, do desenvolvimento à distribuição e exibição. “O sucesso internacional do cinema brasileiro está diretamente ligado à existência de instrumentos públicos de financiamento que estruturam o setor e dão previsibilidade aos recursos. O Sistema Nacional de Fomento viabiliza investimentos em diferentes etapas da cadeia produtiva, o que contribui para elevar a qualidade audiovisual e ampliar sua presença no cenário internacional”, avalia o diretor-executivo da ABDE, André Godoy. O caso de O Agente Secreto não é isolado. Outros filmes brasileiros de grande repercussão recente — como Bacurau, O Último Azul, Enquanto o Céu Não Me Espera, Oeste Outra Vez, A Natureza das Coisas Invisíveis e Baby — também tiveram financiamento operado por instituições do Sistema Nacional de Fomento em alguma etapa de sua produção. No total, o levantamento da ABDE mostra que entre 2009 e julho de 2025, o Fundo Setorial do Audiovisual desembolsou R$ 5,48 bilhões. Apenas em 2024, o volume desembolsado foi de R$ 711,1 milhões, o maior valor anual da série histórica. Em 2025, até 31 de julho, o valor de R$ 411 milhões já representa cerca de 58% do total de 2024, de acordo com o dado parcial. No caso do Agente Secreto, os recursos foram operacionalizados pelo Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE). O levantamento realizado pela ABDE mostra, ainda, que o BRDE e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) são hoje os principais gestores dos recursos do Fundo Setorial do Audiovisual, atuando por meio de financiamentos, chamadas públicas e editais de fomento. Até o primeiro semestre de 2025, o saldo depositado junto aos dois agentes somava R$ 3,4 bilhões. Além dessas instituições, o FSA também conta com agentes credenciados como o Banco do Nordeste, a Caixa Econômica Federal (CEF), o Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG) e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), ampliando o alcance regional e institucional da política de fomento ao audiovisual. Dessa forma, o investimento público permite ao cinema brasileiro competir em técnica e artística nos principais festivais e premiações do mundo.

Segurança hídrica: projetos apoiados pelo BRDE têm inscrições até 13 de fevereiro

As inscrições para a Teia de Soluções – CAMP Viva Água – Impactos positivos para a segurança hídrica entram na reta final e ficam abertas até 13 de fevereiro de 2026. O processo vai selecionar e apoiar financeiramente projetos em cinco estados (Bahia, Paraná, Rio de Janeiro, São Paulo e Minas Gerais) com foco em respostas práticas aos desafios de água e clima. A iniciativa resulta da cooperação entre Fundação Grupo Boticário, BRDE (Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul), Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado da Bahia (Fapesb), Secretaria do Meio Ambiente do Estado da Bahia e Fundação Araucária, com apoio da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (Seti). A chamada pública prevê até R$ 10,5 milhões para ações que combinam conservação da natureza, adaptação climática, geração de renda e melhoria da qualidade de vida, mirando impactos duradouros sobre a segurança hídrica. Os projetos deverão se enquadrar em um de dois eixos. O primeiro, Infraestrutura Natural para Água, busca integrar a natureza às estratégias de segurança hídrica, como restauração e proteção de ecossistemas com papel direto na regulação de vazões e na qualidade da água. O segundo, Empreendedorismo e Água, é voltado a modelos de negócio sustentáveis associados ao uso responsável dos recursos hídricos. Em ambos os casos, as propostas precisam considerar cenários futuros de mudança climática, como forma de aumentar a eficácia no longo prazo. A seleção será feita em duas etapas. Na fase inicial, os proponentes enviam proposta simplificada, vídeo-pitch e documentação. As iniciativas escolhidas avançam para uma etapa de detalhamento das soluções com entrega de produtos específicos e a oportunidade de participar de capacitações antes de uma nova rodada de avaliação. A edição também marca a ampliação do Movimento Viva Água, com a inclusão de bacias estratégicas em São Paulo (Sistema Cantareira) e na Bahia (rios Joanes e Jacuípe). Com isso, o movimento passa a atuar em territórios com alcance estimado de mais de 15 milhões de pessoas, e perspectiva de expansão até 2030. Criada para estimular a cocriação de soluções ambientais inovadoras, a Teia de Soluções acumulou, desde 2020, mais de 1,2 mil pessoas capacitadas e quase 300 iniciativas aprimoradas, reunindo especialistas de diferentes áreas e regiões do País. FUNDO VERDE – O apoio do BRDE ao programa ocorre por meio do Fundo Verde, mecanismo da instituição voltado a impulsionar iniciativas com benefícios ambientais mensuráveis, como conservação e restauração de ecossistemas, adaptação às mudanças climáticas e uso sustentável de recursos naturais, em uma frente dedicada a direcionar capital para projetos que conciliem desenvolvimento e proteção do meio ambiente. Serviço Teia de Soluções – CAMP Viva Água – Impactos positivos para a segurança hídrica Inscrições: até 13 de fevereiro, às 18h Informações e edital (site oficial). Fonte: Ascom/BRDE

Com recorde histórico, Badespi alcança mais de R$ 13,5 milhões em liberações de crédito em dezembro de 2025

A Agência de Fomento e Desenvolvimento do Estado do Piauí (Badespi) finalizou o mês de dezembro de 2025 com resultado histórico: mais de R$ 13,5 milhões em crédito liberados, o maior volume já registrado pela instituição em um único mês. O crédito foi destinado, principalmente, às linhas de Microcrédito e de apoio ao Microempreendedor Individual (MEI), fortalecendo pequenos negócios e impulsionando a economia local em diversos municípios do estado. O desempenho recorde reflete o fortalecimento das políticas de fomento adotadas pela agência, com foco na ampliação do acesso ao crédito, desburocratização dos processos e maior proximidade com empreendedores piauienses. Segundo o presidente da Badespi, Marcelo Bueno, o resultado demonstra o papel estratégico da agência no desenvolvimento econômico do Piauí. “Encerrar dezembro com mais de R$ 13,5 milhões liberados é um marco para a Badespi. Esse recorde mostra que estamos cumprindo nossa missão de apoiar quem empreende e estimular a economia local. Cada liberação representa um negócio fortalecido e mais oportunidades para todos os empreendedores piauienses”, destaca. O diretor de Operações da Badespi, João Paulo Alcântara, ressalta o impacto das linhas de Microcrédito e MEI no alcance desse resultado expressivo. “Intensificamos os atendimentos, ampliamos o diálogo com os empreendedores e conseguimos fazer com que o crédito chegasse de forma mais ágil para quem precisa. O recorde é um marco para a agência”, afirma. Além dos números, o crédito impacta diretamente na vida dos beneficiários. Marise Melo, empreendedora no ramo óptico, celebra a conquista da liberação. “Conheci a Badespi por meio de algumas amigas e entrei em contato com o agente de crédito para saber sobre as linhas disponíveis. Solicitei o crédito para investir no meu negócio e alavancar as vendas em 2026. Estou muito satisfeita e espero conseguir boas vendas esse ano”, relata. Com o recorde alcançado, a Badespi reforça seu compromisso de seguir ampliando o acesso ao crédito em 2026, fortalecendo e contribuindo para o desenvolvimento de micro e pequenos empreendedores do Piauí. Fonte: Ascom/BADESPI