Novo observatório vai mapear os impactos do crédito direcionado na economia brasileira

Plataforma será lançada pela ABDE durante o Fórum do Desenvolvimento, em Brasília, nos dias 1º e 2 de abril O Brasil passará a contar, nos próximos dias, com uma nova plataforma voltada à análise do crédito direcionado, com a proposta de medir seus impactos sobre a economia, subsidiar políticas públicas e promover o debate sobre os recursos financeiros empregados pelas instituições de fomento. O Observatório do Crédito Direcionado será apresentado durante a 11ª edição do Fórum do Desenvolvimento, promovido pela Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), nos dias 1º e 2 de abril, na Arena do Banco do Brasil, em Brasília. O evento é realizado em parceria com o Banco do Brasil, com apoio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e patrocínio da GIZ (Cooperação Alemã). Com financiamento inicial do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e previsão de implementação ao longo de 12 meses, o observatório nasce como uma aposta para consolidar inteligência sobre o financiamento ao desenvolvimento no Brasil. Ao reunir dados, análises e evidências em um único ambiente, a iniciativa pretende fortalecer o desenho de políticas públicas e ampliar a compreensão sobre o papel do crédito direcionado. O Observatório do Crédito Direcionado será estruturado como um centro de referência em dados e análises sobre esse tipo de financiamento, reunindo, em uma plataforma única, informações sobre qualidade, eficiência e efeitos socioeconômicos dos recursos direcionados. A proposta é ampliar a transparência e qualificar o debate técnico ao consolidar evidências sobre o papel do crédito em setores estratégicos. No Brasil, o crédito direcionado — cujas condições e destinação são definidas por políticas públicas e normas do sistema financeiro — é um dos principais instrumentos de financiamento de investimentos de médio e longo prazo, especialmente em áreas como infraestrutura, habitação e agronegócio. Apesar da relevância, ainda são limitados os mecanismos sistemáticos de mensuração de seus impactos ao longo do tempo e entre diferentes regiões, o que tem dificultado avaliações mais precisas sobre sua efetividade. A nova plataforma buscará preencher essa lacuna ao estruturar indicadores padronizados e metodologias de avaliação capazes de mensurar efeitos econômicos, sociais e ambientais associados ao uso desses recursos. Entre os objetivos estão o monitoramento da eficiência do crédito, a análise de impactos sobre geração de emprego e renda e o apoio à tomada de decisão por formuladores de políticas públicas e órgãos reguladores. A governança do observatório será compartilhada entre a ABDE, instituições financeiras de desenvolvimento e uma universidade parceira, responsável pelo rigor metodológico e pela produção científica. Caberá à entidade coordenar a iniciativa, gerir a plataforma digital e promover a disseminação dos resultados, enquanto as instituições participantes atuarão como provedoras de dados e validarão as informações analisadas.

ABDE contrata estagiário de economia no Rio de Janeiro/RJ

A Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), entidade que reúne 34 Instituições Financeiras de Desenvolvimento de todo o Brasil, procura estudantes dos cursos de Economia para ocupar vaga de Estagiário na Gerência de Relações Institucionais e Governamentais da ABDE. Local de Trabalho: a vaga será para a sede da ABDE, na cidade de Rio de Janeiro/RJ, em regime híbrido, podendo exercer suas funções fora do escritório em alguns dias da semana. Atribuições e responsabilidades: – Manutenção e atualização das bases de dados das Instituições Financeiras de Desenvolvimento monitoradas pela ABDE;– Gestão de projetos da Associação com parcerias nacionais e internacionais;– Estudos e pesquisas desenvolvidos pela GEROP;– Elaboração de apresentações, resumos, materiais de disseminação, entre outros;– Administração e Controle de Documentos;– Contato com especialistas, palestrantes e professores; e– Controle de e-mails para divulgação das atividades de capacitação e eventos. Requisitos exigidos: – Ensino superior cursando em Economia ou Administração a partir do 5° semestre;– Conhecimento básico do pacote Microsoft Office; Habilidades e conhecimentos desejáveis: – Conhecimento intermediário do pacote Microsoft Office;– Conhecimento avançado de Excel será considerado diferencial;-Conhecimento de outras ferramentas digitais; Bolsa e Benefícios: – Bolsa estágio no valor de R$1331,18– Vale alimentação/refeição no valor de R$55,00 por dia– Vale transporte Processo seletivo: – Análise de currículo;– Entrevistas;– Teste de habilidades. Para participar do processo seletivo, envie seu currículo para gerop@abde.org.br até o dia 20/04/2026

Crédito com recursos do BNDES para instituições cooperativas soma R$ 99,5 bi entre 2023 e 2025

O volume de crédito com recursos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) repassados por bancos cooperativos e cooperativas de crédito alcançou R$ 99,5 bilhões entre janeiro de 2023 e dezembro de 2025. O montante é 159,49% maior que os repasses feitos pelo Banco entre 2019 e 2022, quando o valor foi de R$ 38,3 bilhões. Nos últimos três anos, o crédito aprovado pelas instituições cooperativas para micro, pequenas e médias empresas (MPMEs) cresceu 155%, alcançando R$ 97,5 bilhões. Entre 2019 e 2022, o montante aprovado foi de R$ 38,2 bilhões. O crescimento também foi expressivo em todos os setores da economia. Na agropecuária, foram aprovados R$ 74,2 bilhões em crédito, acima dos R$ 30,5 bilhões no período entre 2019 e 2022. No setor de comércio e serviços, foram R$ 20,5 bilhões entre 2023 e 2025 (R$ 6,5 bilhões entre 2019 e 2022). Para a indústria da transformação, R$ 4,5 bilhões (R$ 1,1 bilhão entre 2019 e 2022) e para a indústria extrativa, foram aprovados R$ 267,6 milhões (R$ 39,8 milhões na gestão anterior). “As cooperativas de crédito e os bancos cooperativos cumprem um papel estratégico na democratização do acesso ao crédito no Brasil. Ao estarem presentes onde muitas vezes o sistema financeiro tradicional não chega, especialmente em pequenos municípios e regiões rurais, essas instituições fortalecem o empreendedorismo local, apoiam micro, pequenas e médias empresas e impulsionam a geração de emprego e renda. Mais do que ofertar crédito, o cooperativismo financeiro promove inclusão, educação financeira e desenvolvimento econômico sustentável, distribuindo oportunidades e consolidando um crescimento mais equilibrado para o país, prioridade do governo do presidente Lula”, afirma o presidente do BNDES, Aloizio Mercadante. Distribuição regional – Em todas as regiões do país, houve crescimento na aprovação de operações no triênio 2023-2025. Para o Nordeste, R$ 1,9 bilhão (R$ 309,2 milhões entre 2019 e 2022). Para empresas da região Norte, foram aprovados R$ 4,3 bilhões (R$ 1,2 bilhão entre 2019 e 2022). No Sudeste, R$ 20,4 bilhões (R$ 2,9 bilhões), no Sul, R$ 55 bilhões (R$ 27,5 bilhões), e no Centro-Oeste, R$ 17,7 bilhões (acima dos R$ 6,4 bilhões entre 2019 e 2022). Para a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella, os dados refletem a maturidade e a relevância estratégica do cooperativismo financeiro no apoio às políticas públicas de desenvolvimento. “Esse crescimento expressivo mostra que o cooperativismo financeiro se consolidou como um dos principais canais de repasse dos recursos do BNDES, combinando escala, capilaridade e proximidade com o tomador final do crédito. As cooperativas conhecem a realidade local, avaliam melhor o risco e conseguem transformar financiamento em investimento produtivo, geração de renda e desenvolvimento regional”, afirma. “Os números confirmam que o cooperativismo financeiro é um instrumento robusto de inclusão produtiva e desenvolvimento sustentável. Ao ampliar o acesso ao crédito em todas as regiões e para diferentes setores da economia, as cooperativas contribuem para fortalecer negócios, reduzir desigualdades regionais e impulsionar o crescimento de forma mais equilibrada e duradoura”, acrescenta Tania Zanella ao destacar o papel estrutural das cooperativas financeiras para o crescimento do Brasil.  Segundo o presidente da Cresol Confederação, Cledir Assisio, a relação do cooperativismo brasileiro com o BNDES tem se mostrado como um importante e estratégico vetor de desenvolvimento e fortalecimento da economia em diferentes regiões do nosso país. “Ao realizarmos uma avaliação da parceria do Sistema Cresol com o BNDES que vem sendo construída há quase três décadas, podemos afirmar que são incontáveis as histórias de famílias, empresas, pessoas que transformaram sua condição econômica e social a partir desta relação estratégica. Nos cabe agradecer imensamente ao BNDES por acreditar no cooperativismo, nos dando a oportunidade de construirmos uma linda história de sucesso por meio da cooperação entre BNDES, Cresol e o mutuário final que é o foco principal de nossas ações.” “Conhecer de perto a realidade e as necessidades dos empreendedores e produtores rurais é um grande diferencial do Sicredi e do cooperativismo.  A partir disso, a parceria com o BNDES tem sido fundamental para que façamos os recursos chegarem a quem mais precisa, gerando desenvolvimento econômico e social”, afirma Gustavo Freitas, diretor executivo de Crédito e Segmentos do Sicredi. Para o diretor de coordenação sistêmica, sustentabilidade e relações institucionais do Sicoob, Ênio Meinen, as cooperativas, historicamente, dadas as suas características, sobretudo a finalidade não lucrativa e o seu compromisso com a justiça financeira, operam com um spread médio de 1% ao ano abaixo do praticado pelos bancos comerciais. “Lembrando que 1% ao ano significa 25% do spread médio total. Para além disso, ao lado da inclusão de empreendedores de comunidades remotas, os prazos concedidos pelas cooperativas nas operações com os cooperados têm em média 12 meses (ou seja, 1 ano) a mais do que os facultados pelos outros agentes aos seus clientes.” Fonte: Ascom/BNDES

Bancos avaliam como positiva a redução da Selic

A Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), representante de 35 instituições que fazem parte do Sistema Nacional de Fomento (SNF) avalia como positiva a decisão do Comitê de Política Monetária (Copom) de iniciar o ciclo de redução da taxa Selic, ainda que de forma mais moderada, com corte de 0,25 ponto percentual. A medida sinaliza o início de uma flexibilização monetária necessária para a redução do custo de capital e o estímulo à atividade produtiva no país. Até o final de fevereiro, consolidava-se no mercado a expectativa de um corte inicial de 0,50 ponto percentual, sustentado pela desaceleração da atividade econômica e pela convergência das expectativas de inflação para horizontes mais longos. No entanto, a intensificação das tensões geopolíticas envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã — com possíveis impactos sobre os preços do petróleo e combustíveis — elevou o grau de incerteza e levou a autoridade monetária a adotar uma postura mais cautelosa neste primeiro movimento. Para a ABDE, mesmo uma redução mais gradual já representa um avanço relevante. “A queda da taxa de juros, seja de 0,25 ou de 0,50 ponto percentual, é fundamental para reduzir o custo de capital e fomentar o investimento produtivo. O Sistema Nacional de Fomento já atua de forma estruturante na oferta de crédito de longo prazo, inclusive em regiões e setores onde o sistema financeiro tradicional tem menor presença”, destaca o diretor executivo da ABDE, André Godoy. A Associação ressalta, contudo, que os impactos mais significativos da redução da Selic devem ser percebidos apenas ao longo do segundo semestre, com maior intensidade no último trimestre do ano e início de 2027. SNF – O Sistema Nacional de Fomento (SNF) congrega 35 instituições de desenvolvimento como BNDES, Banco do Brasil Caixa, além de outros bancos públicos e de desenvolvimento federais e estaduais, agências de fomento, bancos cooperativos, além da Finep e do Sebrae. O SNF tem um papel decisivo na viabilização de projetos, financiamento de atividades produtivas e na descentralização da regionalidade dos mesmos e execução de diversas políticas públicas.

Brasília receberá fórum nacional que debate o papel dos fundos públicos no Brasil

Promovido pela ABDE, evento reunirá autoridades, especialistas e representantes do setor público e privado; inscrições estão abertas Brasília sediará, nos dias 1º e 2 de abril, a 11ª edição do Fórum do Desenvolvimento, encontro nacional que colocará em debate o papel dos fundos públicos e instrumentos de fomento no financiamento do desenvolvimento brasileiro. Promovido pela Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), representante do Sistema Nacional de Fomento (SNF), o evento reunirá autoridades, economistas, especialistas e representantes do setor público e privado na Arena do Banco do Brasil, na Asa Norte. As inscrições são gratuitas e já estão abertas pelo site forumdodesenvolvimento.com.br. Com o tema “Da Arquitetura Financeira Internacional aos Fundos Públicos Nacionais: Caminhos para o Desenvolvimento”, o encontro discutirá estratégias para aprimorar o uso desses instrumentos no financiamento de investimentos estratégicos em áreas como infraestrutura, inovação e sustentabilidade. A programação abordará ainda temas como sustentabilidade fiscal, reforma tributária, orçamento público, financiamento da transição climática e o papel dos fundos garantidores na ampliação do acesso ao crédito, em um cenário global marcado por transformações tecnológicas, mudanças climáticas e novas dinâmicas geopolíticas. A abertura do fórum contará com a participação de autoridades e lideranças do setor financeiro e de desenvolvimento, entre elas, Maria Fernanda Coelho, presidenta da ABDE e diretora de Crédito Digital para Micro, Pequenas e Médias Empresas do BNDES; e Jochen Quinten, diretor da GIZ Brasil, instituição que integra a cooperação internacional alemã e atua em projetos de desenvolvimento sustentável no país. Também devem participar Aloizio Mercadante, presidente do BNDES e da Assembleia Geral da ABDE; Tarciana Medeiros, presidenta do Banco do Brasil; além de representantes do Ministério da Fazenda, Tribunal de Contas da União (TCU), Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) e da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). O evento é realizado em parceria com o Banco do Brasil, com apoio da Finep e patrocínio da Cooperação Alemã (GIZ). Ao longo de dois dias, a programação inclui painéis que tratarão desde os desafios do desenvolvimento global em um cenário de maior incerteza até instrumentos de financiamento climático e a integração do Brasil ao comércio internacional. Representado pela ABDE, o Sistema Nacional de Fomento reúne 35 instituições financeiras de desenvolvimento, entre bancos públicos federais e estaduais, bancos cooperativos, agências de fomento, além da Finep e do Sebrae. Juntas, essas instituições estão presentes em todas as regiões do país e respondem por cerca de 70% do crédito para investimento no Brasil, desempenhando papel estratégico no financiamento de projetos estruturantes e no apoio ao desenvolvimento sustentável. ProgramaçãoQuarta-feira, 1 de abril9h – Abertura10h – Lançamento Centro de Qualidade do Crédito e do Selo Gestão de Fundos10h30 – Painel: Os Desafios do desenvolvimento global em um mundo com maior incerteza e novos eixos de desenvolvimento – perspectivas global e nacional.12h30 – Intervalo para almoço14h – Painel: – Fundos de Políticas Públicas e Orçamento Público 15h30 – Coffee break16h – Painel: Instrumentos de Financiamento Climático: o custo da inação17h30 – Encerramento do primeiro dia Quinta-feira, 02 de abril09h – Breve Abertura 9h20 – Painel: Fundos Garantidores – Instrumentos para Expansão do Crédito e Redução de Riscos10h30 – Painel: Integração do Brasil ao Comercio Internacional e importância do SNF no financiamento à produção de bens nacionais (desafios e oportunidades)12h – Encerramento ServiçoFórum do Desenvolvimento ABDE 2026Tema: Da Arquitetura Financeira Internacional aos Fundos Públicos Nacionais: Caminhos para o DesenvolvimentoData: 1º de abril, das 8h30 às 18h, e 2 de abril, das 8h30 às 12hLocal: Arena do Banco do Brasil – Quadra 5, Lote B, SAUN, Asa Norte – Brasília (DF)Inscrições: forumdodesenvolvimento.com.br

Parceria levará capacitação e consultorias a 12 mil escritórios de advocacia em todo o país

Projeto “Empreendedorismo Jurídico e Advocacia”, do Sebrae e da OAB, vai orientar os profissionais sobre finanças, gestão, pessoas, marketing e inteligência artificial Levar capacitação e consultorias para 12 mil escritórios de advogados e advogadas em todo o país sobre gestão, finanças, gestão de pessoas, marketing e inteligência artificial. Este é o objetivo do projeto “Empreendedorismo Jurídico e Advocacia”, parceria assinada na segunda-feira (9), em Brasília, entre o Sebrae e o Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (CF-OAB). O objetivo da iniciativa, que terá três anos de vigência, é fortalecer a atuação destes profissionais e de seus escritórios para atividades jurídicas sustentáveis, eficientes e socialmente responsáveis. “Compartilhamos um mesmo público. O Sebrae conhece os desafios de quem empreende em micro e pequena escala. Por sua vez, a OAB sabe a realidade dos advogados que investiram anos no saber jurídico. Nosso objetivo com o projeto é construir uma ponte entre os dois universos reconhecendo que os advogados também são empreendedores”, definiu a diretora de Administração e Finanças do Sebrae, Margarete Coelho. Entre as metas do acordo está ainda a habilitação de 300 advogados para prestação de serviços por meio da rede do Sebrae e o atendimento de, ao menos, 15 mil pequenos negócios em relação a questões jurídicas. “Juntos vamos construir algo que vai deixar marcas muito importantes na vida dos empreendedores e dos advogados do Brasil”, enfatizou a diretora do Sebrae durante o evento, que contou com a presença do gerente do Jurídico do Sebrae Nacional, Thiago Bouza. O fortalecimento do empreendedorismo jurídico representa uma oportunidade estratégica para que advogados modernizem seus escritórios e serviços, além de se adaptarem às transformações do mercado, como ressaltou o presidente nacional da OAB, Beto Simonetti. “A educação e a capacitação permanente são bandeiras defendidas por todos nós. Faço um apelo ao Sebrae para que possa levar essa iniciativa ao interior do Brasil, para que possamos alcançar cada advogado que está afastado dos grandes centros e tem a necessidade desse serviço”, disse. O coordenador geral das Comissões, Procuradorias e Projetos Estruturantes da OAB, Rafael Horn, exaltou a importância da parceria com o Sebrae. “Os advogados e advogadas nada mais são do que microempresários na venda de produtos de advocacia. Nosso interesse é fazer com que eles se capacitem exatamente naquilo que é a deficiência das faculdades de direito, que é apoiar os advogados a terem uma melhor gestão de suas empresas”, disse. “Temos a necessidade e o Sebrae tem a expertise. É um projeto ganha-ganha. Faremos o lançamento em todos os estados para direcionar a iniciativa de acordo com a demanda local”, convocou a presidente da Comissão Especial de Governança e Apoio das Micro e Pequenas Empresas, Andréia Dota. Fonte: Ascom/SEBRAE