Sistema Nacional de Fomento desembolsa mais de R$ 74 bilhões em inovação desde 2023

Levantamento da Associação Brasileira de Desenvolvimento mostra que rede formada por BNDES, Finep, bancos regionais, agências de fomento e cooperativas de crédito está financiando a transformação tecnológica brasileira em todas as etapas do ciclo de inovação Em meio ao debate sobre a capacidade de o Brasil acompanhar a corrida global da inteligência artificial (IA), os números mostram que uma ampla estrutura de financiamento à inovação já está em operação no país. Dados compilados pela ABDE revelam que o Sistema Nacional de Fomento (SNF) desembolsou mais de R$ 74,4 bilhões para projetos de inovação entre 2023 e maio de 2026. O montante reúne recursos mobilizados por instituições que integram o SNF — como Finep, BNDES, bancos de desenvolvimento, agências estaduais de fomento, bancos públicos e cooperativas de crédito — em operações de crédito, subvenção econômica, investimentos e programas voltados ao desenvolvimento tecnológico. “O debate é importante, mas a resposta já está na rua. O SNF não espera o futuro chegar; ele financia quem está construindo esse futuro. O Brasil possui uma infraestrutura de financiamento à inovação que já está operando em escala e ajudando empresas a desenvolver tecnologias, ganhar mercado e competir globalmente”, afirma o diretor executivo da ABDE, André Godoy. A corrida da IA já começou O Plano Brasileiro de Inteligência Artificial (PBIA) prevê investimentos de R$ 23,03 bilhões entre 2024 e 2028. Desse total, R$ 13,76 bilhões estão destinados ao eixo “IA para Inovação Empresarial”, voltado ao desenvolvimento de soluções tecnológicas capazes de aumentar a competitividade das empresas brasileiras. A Finep participa desse esforço com R$ 3,4 bilhões em recursos previstos para iniciativas relacionadas ao plano. Em paralelo, Finep e BNDES estruturaram um fundo dedicado a startups intensivas em inteligência artificial, ampliando o acesso ao capital para empresas que têm a IA como elemento central de seus modelos de negócio. A estratégia busca posicionar o Brasil não apenas como consumidor de soluções tecnológicas desenvolvidas no exterior, mas também como produtor de tecnologias de inteligência artificial, fortalecendo infraestrutura digital, capacidade computacional, formação de talentos e inovação empresarial. Da garagem ao mercado global: o dinheiro chega à ponta Os resultados desse ecossistema já podem ser observados em empresas que receberam apoio do Sistema Nacional de Fomento e hoje se destacam em seus segmentos. Um ecossistema que cobre todas as fases da inovação Um dos diferenciais do Sistema Nacional de Fomento é sua capacidade de apoiar empresas em diferentes estágios de maturidade, desde a pesquisa e o desenvolvimento tecnológico até a escala comercial e a internacionalização. Além dos grandes bancos nacionais, a capilaridade do sistema permite que os recursos cheguem a todas as regiões do país. Programas como o Finep Tecnova IV são operacionalizados por agências estaduais de fomento, enquanto instituições como BRDE, Banco do Nordeste, Banco da Amazônia, Desenvolve SP, AgeRio, Sicredi, Sicoob e Cresol ampliam o acesso ao crédito e ao capital para empresas inovadoras. “O SNF reúne instrumentos capazes de apoiar desde o pesquisador que está desenvolvendo uma solução tecnológica até a startup que busca competir globalmente. Crédito, subvenção, fundos de investimento, aceleração e apoio técnico fazem parte de uma mesma estratégia de desenvolvimento”, conclui Godoy.

Sebrae reúne instituições de pesquisa e fomento para fortalecer estratégias de desenvolvimento do Nordeste

Nesta sexta-feira (12), dirigentes do Sebrae Nacional e de unidades estaduais participaram do encontro “Conexão NE: Impacto e Futuro”, realizado no Centro de Inovação, localizado no bairro do Jaraguá, em Maceió. O evento contou com a presença de instituições que atuam no fomento à inovação, pesquisa científica, desenvolvimento tecnológico e investimentos no Nordeste. A iniciativa integra a programação paralela do NEON 2026, considerado um dos maiores encontros de inovação, tecnologia e empreendedorismo do país. A reunião buscou fortalecer não apenas a execução conjunta dos programas já existentes, mas também ampliar a estratégia de promoção da inovação, da pesquisa aplicada e do empreendedorismo em toda a região Nordeste. “O grande foco aqui é formarmos uma aliança e governança com essas organizações em prol do Nordeste e que seja constante para que a gente sempre esteja apoiando empresas inovadoras e o ecossistema”, falou o gerente de Inovação do Sebrae Nacional, Paulo Renato Macedo. Acordos, convênios e ações conjuntas A relação entre o Sebrae e as instituições parceiras vem sendo consolidada por meio de acordos, convênios e ações conjuntas voltadas ao fortalecimento dos ambientes de inovação e ao desenvolvimento de novos negócios de base tecnológica. A programação também contou com um painel voltado às oportunidades de investimento para o Nordeste, reunindo representantes de fundos de investimento e instituições financeiras ligadas ao desenvolvimento regional, como a Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE), o Banco do Nordeste e a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep). Quando se faz a integração entre o Sebrae Nacional, unidades estaduais e entidades ligadas à pesquisa e fomento se fortalece o ecossistema, trazendo mais oportunidade de discutir negócios e inovação. Keylle Lima, diretor técnico do Sebrae Alagoas Expansão de ações nos estados do Nordeste Outro destaque foi o pré-lançamento de uma nova chamada de projetos voltada à expansão das ações nos estados nordestinos. A iniciativa deverá apoiar projetos estratégicos de inovação e ampliar o alcance dos programas desenvolvidos em parceria entre o Sebrae e as instituições de fomento. A expectativa é que os encaminhamentos da reunião fortaleçam a integração entre os diferentes atores do ecossistema de inovação, ampliem as oportunidades de investimento e contribuam para o desenvolvimento de soluções capazes de impulsionar a competitividade e a sustentabilidade dos negócios nordestinos. “O Nordeste tem juventude, criatividade e um ativo educacional poderoso. Oferecer oportunidades traz bons resultados. O Sebrae investe, principalmente em arranjos institucionais territoriais, fechando grandes parcerias. Trabalhando juntos alcançaremos nossos objetivos”, finalizou o diretor técnico do Sebrae Nacional, Bruno Quick. Fontw: Ascom/Sebrae

Seminário no Rio reúne especialistas internacionais para debater financiamento climático

Primeira fase do estudo “Brazil’s Green Industrial Transition” e análise inédita sobre títulos sustentáveis marcaram a programação do encontro A mobilização de recursos para financiar a descarbonização da indústria e acelerar a transição para uma economia de baixo carbono esteve no centro dos debates realizados nesta terça-feira (2), durante o seminário “Caminhos para a transição verde na indústria: resultados de pesquisas sobre instrumentos de financiamento inovadores”, promovido pela Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE) no âmbito da Rio Nature & Climate Week, no Rio de Janeiro. Realizado na sede da Fundação Getulio Vargas (FGV), correalizadora da agenda, o encontro reuniu especialistas brasileiros e internacionais para discutir o papel das instituições financeiras, do mercado de capitais e das políticas de desenvolvimento na construção de uma indústria mais sustentável e competitiva. Um dos principais destaques da programação foi a apresentação da primeira fase do estudo “Brazil’s Green Industrial Transition: Integrating Development Finance Institution Strategies with Bioeconomy Opportunities”, desenvolvido em parceria entre a ABDE, o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE) e a Cambridge Industrial Innovation Policy (CIIP), da Universidade de Cambridge. O trabalho analisa como as Instituições Financeiras de Desenvolvimento (IFDs) podem impulsionar a transição verde por meio de estratégias de financiamento, mecanismos de mitigação de riscos e apoio à inovação, além de reunir experiências internacionais relacionadas à competitividade sustentável e à descarbonização industrial. O estudo também explora oportunidades ligadas à bioeconomia brasileira e destaca a importância de alinhar instrumentos financeiros, política industrial e inovação tecnológica para ampliar a capacidade do país de responder aos desafios climáticos e às novas exigências dos mercados globais. Para o diretor executivo da ABDE, André Godoy, o debate contribuiu para aprofundar a discussão sobre os mecanismos necessários para viabilizar a transformação sustentável da indústria. “Discutimos os desafios e as oportunidades da transição verde na indústria, analisando políticas de financiamento e exemplos práticos de iniciativas industriais sustentáveis adotadas em diferentes países. Também abordamos a política industrial verde brasileira, destacando suas principais oportunidades, barreiras e os caminhos para superar os desafios na implementação de mecanismos de financiamento capazes de impulsionar uma indústria mais sustentável no Brasil e no cenário internacional”, afirmou. A agenda contou ainda com o lançamento de um guia prático para a estruturação de títulos sustentáveis no âmbito do Sistema Nacional de Fomento (SNF). Elaborado a partir da cooperação técnica entre a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD) e a ABDE, com execução da Frankfurt School of Finance and Management e apoio da Associação Soluções Inclusivas Sustentáveis (SIS), o material reúne orientações alinhadas à Taxonomia Sustentável Brasileira e às melhores práticas internacionais para ampliar o acesso ao mercado de capitais sustentáveis. Outro estudo apresentado durante o evento trouxe um panorama sobre a adoção de diligências socioambientais por emissores de títulos verdes, sociais e sustentáveis no Brasil. Conduzida pela SIS, a pesquisa avaliou 22 instituições financeiras emissoras, 40 empresas do agronegócio — com foco em suas cadeias de fornecedores — e 32 empresas do setor de energia. O levantamento analisou aspectos relacionados à biodiversidade e aos impactos sobre comunidades locais, tendo como principal referência as salvaguardas previstas pela Taxonomia Sustentável Brasileira. Entre os participantes estiveram representantes da ABDE, do CGEE, da Universidade de Cambridge, do Beijing Institute of Finance and Sustainability (BIFS), da Green Artha, da Frankfurt School e da SIS, reforçando o caráter internacional das discussões sobre financiamento sustentável e transição verde. Assista ao seminário na íntegra no YouTube @ABDEoficial. Confira as fotos do evento.

Nota conjunta sobre reporte financeiro de sustentabilidade no Brasil

A ABDE, a Anbima e a Febraban reafirmam seu compromisso com o avanço da agenda de sustentabilidade, transparência e gestão de riscos socioambientais e climáticos no sistema financeiro brasileiro. As entidades consideram que a divulgação de informações relacionadas à sustentabilidade desempenha papel relevante na avaliação de riscos, oportunidades e estratégias de longo prazo por parte dos agentes econômicos. A disponibilização de informações consistentes, comparáveis e alinhadas às melhores práticas internacionais contribui para a tomada de decisão de investidores, financiadores, seguradores e demais participantes do mercado, fortalecendo a confiança, a eficiência e a resiliência do sistema financeiro e do mercado de capitais. Ao longo dos últimos anos, o Brasil consolidou avanços relevantes na integração de aspectos ambientais, sociais e de governança às atividades financeiras, de investimento, seguro e fomento ao desenvolvimento. Essa evolução tem contribuído para ampliar a capacidade do país de atrair investimentos, mobilizar capital para projetos estratégicos e apoiar uma trajetória de crescimento sustentável, em benefício da sociedade e da economia brasileira. Seguiremos atuando de forma coordenada, por meio de capacitação, produção de conhecimento, disseminação de boas práticas e diálogo técnico e construtivo com reguladores e formuladores de políticas públicas, colocando-nos à disposição para contribuir com o aperfeiçoamento do ambiente regulatório de forma colaborativa. Seguimos determinados a contribuir para um ambiente de negócios mais transparente, eficiente e alinhado às melhores referências internacionais, preservando consistência regulatória e condições adequadas para sua implementação ao longo do tempo, contribuindo para o fortalecimento da confiança dos investidores no mercado brasileiro. ABDE – Associação Brasileira de Desenvolvimento Anbima – Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais Febraban– Federação Brasileira de Bancos

ABDE leva ao Rio debate internacional sobre financiamento à transição verde

Evento realizado em 2 de junho reunirá especialistas nacionais e internacionais para discutir instrumentos inovadores de financiamento climático e sustentável para o setor A transição para uma economia de baixo carbono e o fortalecimento das finanças sustentáveis estarão no centro do evento “Caminhos para a transição verde na indústria: resultados de pesquisas sobre instrumentos de financiamento inovadores”, realizado no âmbito da Rio Nature Climate Week, no próximo dia 2 de junho, pela Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE).  A iniciativa é organizada em parceria com o Centro de Gestão e Estudos Estratégicos (CGEE), o Cambridge Industrial Innovation Policy (CIIP Universidade de Cambridge, a Agência Francesa de Desenvolvimento (AFD), a Frankfurt School e a Associação Soluções Inclusivas e Sustentáveis (SIS).  O evento – aberto ao público – será realizado na sede do Rio de Janeiro da Fundação Getulio Vargas (FGV), apoiadora do evento. Inscrições pelo site da abde.org.br. A reunião também terá representantes de instituições financeiras de desenvolvimento, universidades e especialistas do setor para debater mecanismos financeiros voltados à descarbonização industrial, emissão de títulos sustentáveis e fortalecimento do financiamento climático no Brasil. Na agenda, haverá a apresentação da primeira fase do estudo ‘Brazil’s Green Industrial Transition: Integrating Development Finance Institution Strategies with Bioeconomy Opportunities’, projeto em colaboração entre a ABDE, CGEE e CIIP/Cambridge, que detalha três conteúdos: (1) conceituação do papel das IFDs, (2) estratégias e mecanismos das IFDs, (3) casos de estudos internacionais ligadas à competitividade sustentável e à descarbonização da indústria. Outro destaque será a apresentação de um guia prático para estruturação de títulos sustentáveis no âmbito do Sistema Nacional de Fomento (SNF), desenvolvido a partir de cooperação técnica entre a AFD e a ABDE, com execução da Frankfurt School of Finance and Management e apoio técnico da SIS. O material reúne orientações alinhadas à Taxonomia Sustentável Brasileira e às melhores práticas internacionais para ampliar o acesso ao mercado de capitais sustentáveis. Haverá, ainda, a apresentação de um estudo da Associação Soluções Inclusivas Sustentáveis (SIS) que analisou os Frameworks e Políticas de empresas emissoras de títulos verdes, sociais e sustentáveis no Brasil sobre diligências socioambientais. A pesquisa abrangeu 22 instituições financeiras emissoras, 40 empresas do setor de agronegócio (com foco na cadeia de fornecedores) e 32 emissoras do setor de energia, verificando impactos em biodiversidade e comunidades locais. O principal parâmetro de avaliação são as salvaguardas previstas pela Taxonomia Sustentável Brasileira. O seminário contará com a presença de autoridades e especialistas nacionais e internacionais, entre eles André Godoy, diretor executivo da ABDE; Caetano Penna, diretor de Projetos Estratégicos e Relações Internacionais do CGEE; David Leal-Ayala, vice-chefe de Políticas da IfM Engage, da Universidade de Cambridge; e Mateus Labrunie e Francisco Pereira, da Cambridge Industrial Innovation Policy (CIIP). Também estarão presentes Cheng Lin, do Beijing Institute of Finance and Sustainability (BIFS); Starlene Sharma, cofundadora da Green Artha; Débora Masullo, da Frankfurt School of Finance and Management; e Luciane Moessa, diretora executiva e técnica da Associação Soluções Inclusivas Sustentáveis. Inscrições presenciais: www.abde.org.br/eventos Assista online em: www.youtube.com/@ABDEoficial Confira programação completa do evento.

Prêmio ABDE de Jornalismo chega à terceira edição com premiação de até R$ 15 mil

Iniciativa lançada nesta quarta-feira (20) irá distribuir 18 premiações e reconhecer reportagens sobre o financiamento à cidades sustentáveis A Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE) lançou, nesta quarta-feira (20), a terceira edição do Prêmio ABDE de Jornalismo. Com 18 premiações e valores que chegam a R$ 15 mil para os primeiros colocados, o prêmio deste ano terá como tema central “O Sistema Nacional de Fomento no financiamento a cidades sustentáveis”. A proposta é reconhecer a produção de reportagens que evidenciem como instituições financeiras de desenvolvimento vêm contribuindo para projetos ligados à infraestrutura resiliente, inovação, transição energética, mobilidade sustentável e adaptação climática. Representado pela ABDE, o Sistema Nacional de Fomento (SNF) reúne 35 instituições, entre bancos públicos federais, bancos de desenvolvimento, agências de fomento, bancos cooperativos, além da Finep e do Sebrae. O SNF atua como um dos principais mecanismos de financiamento de longo prazo do país, apoiando empresas, estados e municípios em projetos voltados ao desenvolvimento econômico, social e ambiental sustentável. No ano passado, a premiação registrou 258 inscrições de jornalistas de todos os estados brasileiros, consolidando-se como uma das principais iniciativas voltadas ao reconhecimento da cobertura jornalística sobre desenvolvimento, sustentabilidade e financiamento público. PremiaçãoA premiação contempla categoria nacional e regional, sendo que em cada uma delas há as subcategorias de Texto, Áudio e Vídeo, com premiações em dinheiro para os três primeiros colocados em cada categoria, além de placas e certificados. No total, são 18 premiações. Premiação para categoria nacionai e regional (Texto, Áudio e Vídeo)1º lugar: R$ 15.000,002º lugar: R$ 5.000,003º lugar: R$ 2.500,00 Eixos temáticosAs reportagens poderão explorar iniciativas financiadas pelo SNF voltadas à adaptação climática, cidades inteligentes, descarbonização da economia, energia renovável, saneamento, mobilidade sustentável e infraestrutura urbana resiliente. Além do tema central, os participantes poderão desenvolver reportagens com foco nos seguintes eixos temáticos previstos no edital:• Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS);• Soluções Baseadas na Natureza (SbN);• Mobilidade urbana verde e transporte de baixo carbono;• Transição energética;• Bioeconomia e desenvolvimento urbano sustentável;• Agricultura sustentável;• Inovação, tecnologia e digitalização das cidades;• Títulos Verdes;• Resiliência Climática;• Infraestrutura Verde.Critérios de avaliaçãoOs trabalhos serão avaliados com base em critérios como relevância pública, impacto social, ética, originalidade, criatividade, inovação e benefício público. Também serão considerados aspectos técnicos específicos de cada categoria, como qualidade narrativa, clareza textual, estética audiovisual e pluralidade de fontes. Segundo o edital, reportagens que mencionarem diretamente o termo Sistema Nacional de Fomento (SNF) ou a ABDE receberão bonificação automática de um ponto na avaliação final da banca julgadora. O regulamento também estabelece restrições relacionadas ao período eleitoral de 2026. Não serão aceitos trabalhos que façam citação, menção ou referência a candidatos, pré-candidatos ou ocupantes de cargos públicos em contexto eleitoral, além de conteúdos com manifestações favoráveis ou contrárias a partidos políticos ou coligações.Inscrições abertas até setembroAs inscrições estarão abertas entre 20 de maio e 30 de setembro de 2026. Poderão participar jornalistas com trabalhos publicados entre 1º de janeiro e 10 de setembro de 2026. Cada profissional poderá inscrever até três trabalhos. Os interessados deverão realizar a inscrição de forma online, preenchendo formulário eletrônico e anexando o material ou o link da reportagem conforme as regras previstas para cada categoria. A divulgação dos trabalhos aprovados e reprovados na triagem técnica ocorrerá até 20 de outubro. Já o resultado final será divulgado até 20 de novembro, enquanto a cerimônia de premiação está prevista para dezembro deste ano. Serviço3º Prêmio ABDE de JornalismoTema: “O Sistema Nacional de Fomento no financiamento a cidades sustentáveis”Inscrições: 20 de maio a 30 de setembro de 2026Período de publicação das reportagens: de 1º de janeiro a 10 de setembro de 2026Edital e informações: www.abde.org.br/premio-de-jornalismo/Dúvidas: gecom@abde.org.br