CAIXA supera R$ 100 milhões em Microcrédito Rural Pronaf B e reafirma compromisso com a agricultura familiar

Marco reforça atuação da CAIXA como agente de microcrédito produtivo orientado e inclusão produtiva no campo Com o encerramento do ano-safra 2024/2025, em 30 de junho, a CAIXA atingiu um marco histórico: mais de R$ 100 milhões contratados na linha de Microcrédito Rural Pronaf B. O resultado reforça o papel do banco como agente de inclusão produtiva e desenvolvimento sustentável no campo brasileiro. Sobre a linha PRONAF B O Microcrédito Produtivo Rural integra o Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) e é voltado a famílias com renda bruta anual de até R$ 50 mil. A linha financia atividades agropecuárias e não agropecuárias desenvolvidas em estabelecimentos rurais ou áreas comunitárias próximas. Condições da linha: Público-alvo: agricultores e pecuaristas familiares, quilombolas, indígenas, extrativistas e pescadores artesanais com CAF tipo B e CAR (quando aplicável) Taxa de juros: a partir de 0,5% ao ano Prazo: até 12 meses, com pagamento em parcela única (bullet) Limite de crédito: até R$ 12 mil Bônus de adimplência: até 40% para clientes que pagarem em dia e cumprirem critérios de sustentabilidade. Os recursos são provenientes dos Fundos Constitucionais do Norte (FNO) e do Centro-Oeste (FCO) e destinam-se ao custeio e investimento em atividades como artesanato, turismo rural, comércio e serviços. Além das condições gerais, nas próximas semanas, a linha passará a contar com limites diferenciados conforme o perfil do beneficiário: até R$ 15 mil para mulheres, R$ 8 mil para jovens e R$ 12 mil para homens. Dessa forma, uma mesma unidade familiar poderá acessar até R$ 35 mil, desde que seus integrantes se enquadrem nas categorias previstas na regulamentação vigente. Modelo de operação 100% inovador A operacionalização da linha é feita exclusivamente por meio de empresas credenciadas, responsáveis por todo o ciclo de vida do produto — desde a prospecção até a contratação, acompanhamento e liquidação das operações, o que garante agilidade, capilaridade e atendimento personalizado diretamente nas comunidades rurais, respeitando as especificidades de cada território. Neste modelo, a atuação institucional e o envolvimento das SR é fundamental. Ações institucionais de mobilização A CAIXA se credenciou junto ao Ministério da Integração e Desenvolvimento Regional (MIDR) para operar com recursos dos Fundos Constitucionais, fortalecendo sua atuação como agente de políticas públicas. Além disso, promoveu mutirões institucionais no final de maio de 2025, com o apoio das Superintendências Regionais e de Governo das regiões Norte e Centro-Oeste, para facilitar a emissão de documentos e ampliar o acesso ao crédito entre agricultores familiares para viabilizar o programa. Essas ações, somadas à articulação com secretarias de agricultura, cooperativas e associações locais, fortalecem a presença institucional do banco em territórios rurais e promovem o acesso ao crédito de forma estruturada e orientada. Segundo o Diretor Executivo de Varejo, Luiz Francisco Monteiro de Barros Neto, “nosso objetivo é garantir que o microcrédito chegue de forma ágil, segura, orientada e adaptada às necessidades específicas de cada produtor rural, promovendo inclusão produtiva com eficiência e sensibilidade. Mais do que crédito, queremos transformar vidas e impulsionar o desenvolvimento local.” Perspectivas Com R$ 105,3 milhões contratados apenas na linha PRONAF B, a CAIXA segue firme no propósito de ampliar o acesso ao crédito rural produtivo e orientado. O próximo objetivo é alcançar R$ 1 bilhão em contratações até o final de 2025, beneficiando milhares de pequenos produtores em todo o País, especialmente nas regiões Norte e Centro-Oeste. Esse resultado expressivo reforça o compromisso da CAIXA com o fortalecimento da agricultura familiar e a democratização do acesso ao crédito. A CAIXA está ao lado de quem planta, colhe e transforma. Com o Programa Conquista+ o banco fortalece a agricultura familiar, promove a inclusão financeira e impulsiona o desenvolvimento sustentável no Brasil. Fonte: ASCOM/Caixa
BID Invest e Sicoob acertam parceria para impulsionar a agricultura e a energia sustentável no Brasil

Projeto amplia a carteira da instituição financeira cooperativa, com enfoque na região amazônica A BID Invest concedeu um empréstimo de US$ 70 milhões para ampliar a carteira Sicoob em agricultura e energia sustentável. O pacote de financiamento tem origem no Fundo Acelerador Canadense de Emissões Líquidas Zero e Resiliência Climática. O projeto apoia o crescimento na região amazônica, sobretudo no contexto do programa Amazônia Sempre do BID, fomentando a adoção de práticas agrícolas ambientalmente inteligentes e sustentáveis. O financiamento também inclui incentivos baseados no desempenho vinculado a avanços em temas sustentabilidade, como a divulgação de informações financeiras relacionadas à natureza e estratégias de finanças inclusivas. O setor agroindustrial brasileiro representa 25% do PIB e quase a metade das exportações do país, mas também é uma fonte importante de emissões devido ao uso da terra e de práticas tradicionais. A matriz energética do país enfrenta riscos crescentes, principalmente em decorrência das secas. Este projeto visa a competitividade econômica e a sustentabilidade por meio da promoção das energias renováveis e de uma agricultura avançada, incluindo soluções baseadas em sustentabilidade na região amazônica. Além do financiamento, a parceria inclui serviços de assessoria para fortalecer as capacidades do Sicoob na gestão ambiental e social. Esses serviços contribuirão para fortalecer o Sistema de Gestão Ambiental e Social do Sistema, melhorar a análise de riscos ambientais e apoiar a construção de uma proposta de valor para mulheres empreendedoras. O projeto também inclui a implementação de um plano de ação ambiental e social para integrar ainda mais as práticas de sustentabilidade nas operações do Sicoob. Fonte: ASCOM/Sicoob
Banco do Nordeste passa a contribuir com boletim Focus do Bacen

O Banco do Nordeste (BNB) passou a integrar, em junho, o grupo de instituições financeiras participantes do Sistema de Expectativas de Mercado do Banco Central do Brasil (BCB), responsável pela elaboração do Boletim Focus, documento que orienta as decisões da política monetária no Brasil e o controle da inflação. A participação do BNB será feita pelo economista-chefe Rogério Sobreira e pela equipe de economistas e pesquisadores do Escritório Técnico de Estudos Econômicos do Nordeste (Etene). Como membro do grupo, o BNB passa a incluir, toda semana, suas projeções para o futuro próximo de indicadores como IPCA e IGPM, além de estimativas de comportamento do câmbio, do Produto Interno Bruto (PIB) e da própria Selic. Os dados são processados e divulgados pelo Banco Central, com destaque para a mediana das expectativas para diferentes horizontes de tempo — mensal, anual e plurianual. Segundo Rogério Sobreira, a entrada do BNB no grupo do boletim Focus representa um reconhecimento da importância do Banco de desenvolvimento e proporciona uma avaliação mais completa da economia nacional. “É um reconhecimento da excelência técnica da equipe do Banco do Nordeste e sua capacidade de análise macroeconômica com foco regional e nacional. Nosso olhar da Região ajuda a ter informações para melhor analisar a economia como um todo”, afirma. O gerente do Etene e economista Allisson Martins destaca que a seleção das instituições participantes é feita pelo Banco Central com base em critérios como relevância e qualificação técnica. “É um marco importante para o Banco do Nordeste e para o Escritório Técnico, que passa a contribuir com um dos principais instrumentos de monitoramento das expectativas econômicas do país”, diz. Importância institucional O ingresso de uma instituição financeira no grupo de produção do boletim Focus é realizado após análise do Banco Central e leva em consideração seu porte, importância nacional, conhecimento técnica da equipe de economistas e influência no mercado financeiro. “Ainda que o BNB seja um banco múltiplo de carteira comercial, continua sendo um banco essencialmente público. E não é comum bancos estatais participarem desse seleto grupo. Isso evidencia ainda mais a importância institucional e de mercado que o Banco do Nordeste vem conseguindo no cenário nacional. Com certeza, não teríamos conseguido essa conquista se não fosse o trabalho do presidente Paulo Câmara em levar o Banco a um novo patamar no cenário nacional”, afirma o economista-chefe. Outro fator que contribuiu, afirma Rogério Sobreira, foi o conjunto de estudos, pesquisas e análises econômicas que a equipe do Etene vem fazendo nos últimos anos. Boletim Focus O Boletim Focus é uma publicação semanal que consolida as projeções de instituições financeiras, consultorias, empresas não-financeiras, associações de classe e centros acadêmicos sobre as principais variáveis macroeconômicas do país. As expectativas são utilizadas como subsídio para decisões de política monetária e planejamento econômico por parte de empresas, investidores e cidadãos. Atualmente, 159 instituições estão ativas no sistema, entre bancos, gestoras de recursos, corretoras, consultorias e outras empresas. A participação do Banco do Nordeste reforça o reconhecimento da sua capacidade técnica e da relevância de sua atuação no cenário econômico nacional. Fonte: ASCOM/Banco do Nordeste
Nova linha de crédito do BDMG vai financiar projetos de controle de poluição, tratamento de resíduos e transporte limpo

Com prazo de até 144 meses para pagar, “BDMG Verde” estimula empresários mineiros a incorporarem práticas sustentáveis em processos e produtos Empresários mineiros poderão financiar projetos de controle de poluição, energia renovável como hidrogênio verde, usinas de biometano, aquecimento solar, tratamento e redução de resíduos industriais, transporte limpo, compra de máquinas eficientes, entre outros itens, por meio da nova linha de crédito “BDMG Verde” lançada nesta semana pelo Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais. Com o novo produto, a instituição passa a financiar itens inéditos na sua carteira com foco em empresas. O financiamento está disponível para médios e grandes negócios de todas as cidades do Estado e tem uma das melhores condições do mercado: taxas a partir de 1,9% ao ano + Selic, além de até 144 meses para pagar incluindo 24 meses de carência. A proposta é incentivar empresas de diferentes setores a investirem na economia verde, tema que é uma diretriz do Governo de Minas Gerais. “Essa linha vai gerar avanços no setor produtivo mineiro. Incorporar produtos e processos de baixa emissão de carbono, redução de impactos ambientais e que incorporem a sustentabilidade social e econômica não é só mais um diferencial no mercado, é uma exigência. Os próprios consumidores estão atentos a esse comportamento”, afirma o Gabriel Viégas Neto, presidente do BDMG. Crescimento verde Em Alfenas, no Sul de Minas, o novo investimento da Alfenas Ambiental é a construção da Termoverde. Com tecnologia inovadora, o projeto vai gerar energia limpa a partir da captação do biogás oriundo dos aterros sanitários. Com as obras concluídas, a operação deve começar em julho. O negócio economicamente viável e ambientalmente responsável foi financiado pelo BDMG a partir da captação de crédito da empresa junto ao BDMG, que espera viabilizar ações semelhantes a partir da criação da linha BDMG Verde. A Alfenas Ambiental é especializada no tratamento e destinação ambiental adequada de resíduos sólidos urbanos e industriais, e realiza o serviço de limpeza urbana do município de Alfenas. “A Temoverde nos posiciona como referência em soluções ambientais inovadoras, amplia a nossa competitividade, capacidade de atendimento e contribuição para um modelo de desenvolvimento sustentável”, afirma a diretora financeira da empresa, Wânia Pinheiro Magalhães. Ela conta que, além das condições financeiras, a escolha pelo financiamento junto ao BDMG considerou a atuação do banco nesta pauta. “O BDMG foi escolhido por sua credibilidade, proximidade com as necessidades das empresas mineiras e, sobretudo, pelo compromisso com o desenvolvimento sustentável. Essa escolha representa uma parceria alinhada com nossos valores e objetivos de longo prazo”, completa. Inicialmente, a energia de 1 MW/h gerada pela Termoverde, que é capaz de abastecer quase 3 mil famílias de quatro pessoas por mês, poderá ser usada para compensar os gastos da empresa com a conta de luz e pode representar uma nova renda com o arrendamento da planta que ao final beneficia várias unidades consumidoras. Além da receita auferida com a geração de energia é possível também o incremento econômico com a venda de créditos de carbono. Fonte: ASCOM/BDMG
Rumo à COP30, Banco do Brasil impulsiona solução para a descarbonização

Instrumento financeiro lastreado em Créditos de Descarbonização já soma mais de R$ 729 milhões emitidos O Banco do Brasil já contabiliza mais de R$ 729 milhões em Cédula de Produto Rural (CPR) lastreada em Créditos de Descarbonização (CBIOS), visando impulsionar a produção de biocombustíveis no País. O instrumento financeiro, que teve sua primeira comercialização em outubro de 2022, em um projeto piloto, combina a tradicional CPR com os benefícios ambientais dos CBIOS. Um dos principais incentivos é a criação dos Créditos de Descarbonização, conhecidos como CBIOs. Esses créditos são emitidos por produtores de biocombustíveis certificados, que comprovam a redução de emissões de CO₂ em suas operações. Os créditos podem ser comercializados no mercado financeiro, permitindo que empresas e indivíduos compensem suas emissões de carbono. A CPR CBIOS é um mecanismo que pode impulsionar a adesão ao RenovaBio, programa do governo brasileiro que tem como objetivo principal aumentar a participação dos biocombustíveis na matriz energética nacional, garantindo previsibilidade e sustentabilidade ao setor. O programa também contribui para reduzir as emissões de gases de efeito estufa (GEE) e para o cumprimento dos compromissos assumidos pelo Brasil no Acordo de Paris A nova modalidade do produto tem como foco usinas produtoras de biocombustíveis que participam do programa RenovaBio e que possuem certificação de boas práticas no manejo e produção de biocombustíveis, o que contribui para a redução de GEE e aumenta a segurança energética do país. Como funciona a CPR Lastreada em CBIOS As usinas produtoras de biocombustíveis, devidamente certificadas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), são autorizadas a emitir CBIOS. Cada CBIO equivale a uma tonelada de dióxido de carbono (CO₂) que deixa de ser emitida na atmosfera. Com o intuito de antecipar o valor que as usinas receberão pela venda futura dos CBIOS, o Banco do Brasil oferece a CPR lastreada em CBIOS, o que permite que as usinas obtenham recursos financeiros imediatos, utilizando os CBIOS como garantia. Para emitir uma CPR lastreada em CBIOS, a usina deve apresentar a Certificação RenovaBio, que comprova a autorização da ANP para emissão dos créditos. Além disso, é necessário o Certificado da Produção Eficiente de Biocombustíveis e a Nota de Eficiência Energético-Ambiental vigente. Os CBIOS são negociados em mercados organizados, como a bolsa de valores, onde podem ser adquiridos por empresas e indivíduos que desejam compensar suas emissões de carbono. “Essa é uma importante ferramenta que alavanca os negócios sustentáveis e a inovação financeira, reduz impactos socioambientais, contribui para a mitigação das mudanças climáticas e promove o desenvolvimento econômico do setor de biocombustíveis no Brasil, indo ao encontro de um dos principais temas a serem abordados durante a COP 30, em Belém”, afirma o Diretor de Corporate and Investment Bank do BB João Fruet. Nesse contexto, uma das companhias que possuem CPR CBIOS no Banco do Brasil é a Be8. Trata-se de uma empresa de energias renováveis que implementa novas matrizes energéticas por meio de um ecossistema circular de inovação. Fonte: ASCOM/Banco do Brasil
Cresol encerra Plano Safra 24/25 com R$ 13 bi e projeta novo recorde de crédito rural

Volume de recursos foi o maior já operacionalizado nos 30 anos da cooperativa, que nasceu de uma iniciativa de agricultores familiares A Cresol, instituição financeira cooperativa que nasceu de uma iniciativa de agricultores familiares, no Sudoeste do Paraná, encerrou o Plano Safra 24/25 com o maior volume de recursos operacionalizado nos seus 30 anos: foram R$ 13 bilhões repassados para produtores rurais em todas as regiões do Brasil. Desde sua origem, em 1995, a Cresol é parceira dos agricultores, oferecendo suporte financeiro e operacional que permite o desenvolvimento sustentável no campo. No Plano Safra 24/25, o ticket médio foi de R$ 93,6 mil, em aproximadamente 140 mil operações, destacando o acesso ao crédito para micro e pequenos produtores. “No início do ano agrícola, estávamos enfrentando uma crise de seca em algumas regiões, em outras havia muita chuva, cenários que causavam uma indecisão dos produtores. Mas, iniciado o primeiro semestre de 2025, o agricultor passou a procurar e investir mais. Também fizemos um volume significativo de antecipação de recursos em junho. Sinal de que o crédito rural está sendo processado com bastante velocidade e essa atração para a safra 25/26 deve continuar forte”, analisa o vice-presidente da Cresol Confederação, Adriano Michelon. Dos R$ 13 bilhões operacionalizados pela Cresol, R$ 8,7 bi foram para custeio (84 mil operações) e R$ 3,8 bi para investimento (28,8 mil operações). Entre as linhas mais acessadas estão o Pronaf, com R$ 6,7 bilhões em 86,5 mil operações, e o Pronamp, com 2,6 bilhões em 12,3 mil operações. Projeção para a safra 25/26 No dia 30 de junho, o Governo Federal lançou o pacote de recursos e taxas para o novo ano agrícola. Foram anunciados R$ 89 bilhões para a agricultura familiar — desse total, R$ 78,2 bilhões são exclusivos para repasses do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf). O presidente da Cresol Confederação, Cledir Magri, destaca o papel participativo da cooperativa nas negociações do plano e avalia o cenário: “A Cresol, historicamente, tem uma estratégia de acompanhar as tratativas da estruturação do Plano Safra, apresentando sempre um conjunto de sugestões e proposições que possam melhorar e qualificar esse crédito. Observamos um aumento do volume de recursos disponível para a agricultura familiar e identificamos uma manutenção na maioria das taxas de juros, o que é positivo, se considerarmos os valores atuais da Selic e o cenário econômico nacional e internacional”. O objetivo da Cresol para o Plano Safra 25/26 é um novo recorde de operações, chegando aos R$ 15 bilhões. As operações de crédito rural são oferecidas com recursos próprios e também por meio de parcerias com outras instituições privadas e públicas, como o BNDES. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social é um parceiro de mais de 25 anos, do qual a Cresol é um dos principais agentes financeiros. Histórico forte Em 2025, a Cresol celebra 30 anos como uma das maiores cooperativas de crédito do país. Cada nova safra traz desafios diferentes, seja com variações do mercado ou alterações climáticas, mas também milhares de conquistas, recordes de produção e sonhos concretizados. Nestes 30 anos, a cooperativa, que iniciou suas atividades com apenas R$ 720, alcança números expressivos, com destaque para os mais de 1 milhão de cooperados. E o crédito rural foi e continua sendo uma das principais ferramentas para o desenvolvimento social e econômico das comunidades onde atua, por meio de 952 agências em 19 estados brasileiros. Os R$ 13 bilhões de recursos liberados no Plano Safra 24/25 são um reflexo desse crescimento. No total, desde 1995, a Cresol soma R$ 48,9 bilhões em crédito rural repassado, com mais de 1.196.000 contratos. As operações de custeio chegam a R$ 34,3 bilhões, enquanto o crédito para investimentos totaliza R$ 14,4 bilhões. Somente em linhas do Pronaf, os repasses foram de R$ 31,3 bilhões. “O Plano Safra tem esse olhar na produção de alimentos, na sustentabilidade, na inclusão digital, pontos importantes e estratégicos. E a Cresol, com seu histórico de participação, de criar soluções, está absolutamente preparada para fazer mais um grande Plano Safra junto ao nosso quadro social, considerando as diferentes modalidades da agricultura familiar e da agricultura empresarial”, reforça o presidente Cledir Magri. Plano Safra em destaque Para celebrar o agro e fortalecer o posicionamento de parceira do produtor rural, a Cresol lançou, em junho e julho, duas campanhas que dão protagonismo à vida e ao trabalho no campo. O material institucional ilustra os desafios presentes no começo de uma nova atividade ou projeto. Já na campanha para o Plano Safra, ganham destaque as linhas exclusivas para o agro e soluções que fortalecem a produção. O modelo cooperativista também é valorizado, por suas características de parceria e proximidade com o produtor rural. Fonte: ASCOM/Cresol