FIDC Agro Paraná recebe R$ 261 milhões e inicia nova era do crédito rural no Estado

O Fundo de Investimento em Direitos Creditórios das Cadeias Produtivas do Agro – FIDC Agro Paraná, primeiro instrumento de crédito rural criado por um governo estadual no Brasil, recebeu na terça-feira (17) o seu aporte inicial, no valor de R$ 261 milhões. A operação foi formalizada pela Fomento Paraná, instituição estadual responsável pela estruturação do fundo, em parceria com a cooperativa C.Vale e o Sicredi. Criado pelo Governo do Estado e lançado em abril na B3, em São Paulo, o FIDC Agro Paraná visa alavancar até R$ 2 bilhões para o financiamento de projetos estruturantes no campo. A proposta é impulsionar o agronegócio com apoio direto ao cooperativismo, à modernização tecnológica e ao fortalecimento da renda em regiões produtoras. Segundo o governador Carlos Massa Ratinho Junior, o aporte inicial é um marco inédito para a agricultura paranaense e brasileira. “Pela primeira vez, um governo estadual lidera a criação de um fundo estruturado de crédito rural com gestão profissional e foco direto nos produtores. O FIDC Agro Paraná nasce com o objetivo de garantir financiamento acessível, com juros mais baixos que o Plano Safra e prazos de até dez anos para pagamento, permitindo que pequenos e médios produtores invistam em infraestrutura, tecnologia e geração de renda com previsibilidade e segurança”, afirmou. O governador destacou que este primeiro aporte com a C.Vale integra uma rede maior de investimentos previstos em negociação com outras cooperativas. “O Paraná sai na frente com um modelo inovador que conecta o mercado de capitais ao campo, fortalecendo cooperativas, ampliando a produção de matéria-prima e destravando o crescimento agroindustrial. Estamos abrindo uma nova porta de crédito para milhares de agricultores, com impacto direto na geração de emprego, no aumento da competitividade e no desenvolvimento regional”, acrescentou. Os recursos desta primeira operação serão destinados à construção de 96 aviários, tanques de piscicultura mais eficientes e sustentáveis, além de matrizeiros – espaços voltados à criação de aves reprodutoras, que abastecem incubatórios com pintinhos para a produção de frango de corte. A Fomento Paraná atua como cotista sênior, oferecendo estabilidade à operação, enquanto a gestão dos recursos é feita pela Suno Asset. Do total investido nesta etapa, R$ 52 milhões são da Fomento Paraná, R$ 112,8 milhões da C.Vale e R$ 96,2 milhões do Sicredi. Para o presidente do Conselho de Administração da cooperativa, Alfredo Lang, o FIDC representa um marco na relação entre o mercado de capitais e o setor produtivo. “Esta primeira emissão em parceria com o Governo do Estado representa não apenas uma inovação financeira, mas uma nova fonte de financiamento para os produtores integrados da C.Vale”, afirmou. Segundo Lang, o foco será o fomento das cadeias de frango, suínos e peixes, com crédito mais previsível, competitivo e menos sujeito às oscilações de mercado. “Isso reforça a sustentabilidade financeira do produtor, garante liquidez à cadeia e reduz riscos sistêmicos em toda a operação”, completou. CARACTERÍSTICAS – Com taxas de juros equivalentes as do Plano Safra, o FIDC se apresenta como uma alternativa complementar ao crédito rural federal, cuja demanda tem superado a oferta. O foco do fundo são investimentos de capital – ou seja, não há cobertura para custeio de safras nem compra de terras. Os recursos podem ser usados para modernização da cadeia produtiva, desde estruturas físicas até equipamentos agrícolas e industriais. A Fomento Paraná já está em processo de estruturação de novos fundos com outras cooperativas e agroindústrias. Os projetos em análise somam mais de R$ 1 bilhão em investimentos previstos para os próximos meses. Somente a C.Vale prevê aplicar R$ 375 milhões em projetos dos seus cooperados até o fim de 2025, por meio do FIDC. “O Paraná sai na frente mais uma vez ao estruturar o primeiro FIDC Agro estadual do Brasil, conectando governo, cooperativas e mercado financeiro em um modelo inovador de crédito. É uma solução que nasce da confiança entre os atores envolvidos e que vem para suprir lacunas do sistema tradicional, com agilidade, previsibilidade e foco no desenvolvimento do agro”, avaliou o presidente da Fomento Paraná, Claudio Stabile. O foco inicial é nas cooperativas, integradoras que possuem uma estrutura financeira e administrativa mais robusta, como a própria C.Vale, mas a partir da consolidação do Fundo, diversas outras organizações poderão ser atendidas. “O Estado tem recursos e disposição para ampliar sua participação, desde que novas propostas sigam critérios técnicos e de governança. A ideia é pulverizar o acesso ao crédito de investimento no campo, alcançando também outras cooperativas, agroindústrias e agentes da cadeia produtiva”, complementou Stabile. CONTAS EM DIA – De acordo com o secretário estadual da Fazenda, Norberto Ortigara, que participou da elaboração do modelo do Fundo, a oferta de crédito para o agronegócio é fruto das condições sólidas das contas públicas do Paraná. “O Paraná só consegue estruturar um fundo desse porte porque mantém as contas em dia, com equilíbrio fiscal e capacidade de investimento”, disse. “Enquanto o governo federal enfrenta dificuldades para financiar o agro, aqui conseguimos unir recursos públicos, mercado financeiro e cooperativas em um modelo eficiente de crédito. Este é apenas o primeiro de muitos fundos que vamos colocar de pé para fomentar a produção e a agregação de valor no campo”, garantiu Ortigara. COMO FUNCIONA – O FIDC Agro Paraná funciona como uma plataforma financeira inovadora, por meio da qual cooperativas e empresas integradoras podem criar fundos vinculados e oferecer condições facilitadas de financiamento aos cooperados e produtores integrados. O modelo permite a aquisição de máquinas, sistemas de irrigação, estruturas de armazenagem e transporte, entre outros itens voltados à modernização da agroindústria. Trata-se de uma espécie de ‘fundo coletivo’ de investimento, em que diferentes agentes – como cooperativas, bancos, empresas e até o Estado – aplicam recursos financeiros para formar uma carteira robusta. Esses investidores se tornam cotistas do fundo e passam a receber rendimento proporcional à sua participação, com base no pagamento das parcelas dos financiamentos concedidos aos produtores. Já os cooperados e produtores integrados se beneficiam ao ter acesso a crédito com juros mais baixos, prazos mais longos e menos burocracia do que em instituições financeiras

Bandes na Feira dos Municípios 2025: Crédito e desenvolvimento para municípios capixabas

O Banco de Desenvolvimento do Espírito Santo (Bandes) estará presente na Feira dos Municípios 2025, um evento que destaca a diversidade cultural, econômica e turística do Estado, fortalecendo sua identidade e ampliando sua projeção nacional. A feira, organizada pela Fundação Espírito Santo Turismo e Eventos, é uma oportunidade para o banco abrir diálogo com o público de todo o Estado, divulgando seus produtos e serviços, com ênfase nos programas de gestão municipal e linha para Turismo. Reforçando a valorização da identidade capixaba e destacando o potencial de cada município, a feira cria oportunidades de negócios, networking e crescimento para setores produtivos relacionados principalmente ao Turismo. A participação do Bandes conta com um estande e visa oferecer atendimento para os programas ES Inteligente e Procidades, e para a linha Bandes Turismo, todos direcionados ao desenvolvimento econômico sustentável do Espírito Santo. Bandes Turismo A iniciativa utiliza recursos do Fundo Geral do Turismo (Fungetur), do Ministério do Turismo, oferecendo soluções de crédito específicas. O acesso ao financiamento é feito por meio dos Correspondentes Bancários Bandes, Federação das Indústrias do Espírito Santo (Findes) e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae/ES). A linha contempla diferentes áreas do setor, como agências de turismo, bares, meios de hospedagem, organizadores de eventos, restaurantes, entre outros, apoiando a reforma ou ampliação, aquisição de máquinas e equipamentos e capital de giro. ES Inteligente: Modernizando o Estado Além dos produtos de inovação, o banco capixaba apresentará o programa ES Inteligente. Essa iniciativa visa a modernizar a infraestrutura dos municípios do Espírito Santo, por meio da modelagem de cidades inteligentes. O programa tem como objetivo tornar o Estado mais conectado, eficiente e sustentável, melhorando a qualidade de vida dos cidadãos capixabas, por meio da estruturação de Parcerias Público-Privadas (PPP). Buscando preparar e transformar os municípios do Espírito Santo em ambientes inovadores e modernos, o programa abrange soluções integradas, como iluminação pública, usina solar fotovoltaica, infraestrutura de telecomunicações e conectividade, videomonitoramento, Wi-Fi público gratuito e fibra ótica em todos os prédios públicos, além de soluções amplas em resíduos sólidos urbanos. Procidades A linha de financiamento é destinada à administração pública municipal e é uma das alternativas criadas pelo banco para acelerar o desenvolvimento regional. Entre os itens que podem ser investidos pelas prefeituras, por meio do financiamento do Procidades, estão os projetos de eficiência energética, com a instalação de mini usinas de energia fotovoltaicas. Esse tipo de investimento possibilita a redução de custos de iluminação nos prédios públicos, como escolas, por exemplo. A iniciativa apoia também obras de infraestrutura, educação, saúde, sustentabilidade e modernização administrativa, oferecendo condições de pagamento adaptadas à realidade dos municípios. Além do financiamento, o Bandes oferece acompanhamento técnico para apoiar as prefeituras na execução dos projetos. Fonte: Ascom/BANDES Imagem: Hélio Filho/SECOM

ABDE lança 2ª edição do Prêmio ABDE de Jornalismo

Ao todo, são 18 premiações que podem chegar a R$15 mil; inscrições podem ser feitas a partir de 1º de julho   A Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE) lançou a segunda edição do Prêmio ABDE de Jornalismo. As inscrições estão abertas de 1º de julho a 30 de setembro de 2025. A iniciativa, que conta com apoio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), premiará com valores que chegam a até R$15 mil as melhores notícias produzidas com foco no tema “O Sistema Nacional de Fomento no financiamento ao desenvolvimento regional sustentável”. O SNF — composto por 34 instituições financeiras de desenvolvimento – é responsável por 45% do mercado creditício brasileiro e 74% dos investimentos de longo prazo em áreas como infraestrutura, inovação, agronegócio, políticas públicas e cooperativismo. Dessa forma, a proposta é incentivar uma cobertura jornalística qualificada e plural sobre os impactos positivos dessas instituições financeiras de desenvolvimento, considerando dentro do tema desenvolvimento regional sustentável também temas como a agenda ESG, os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) e a indústria verde. A premiação contempla seis categorias: três nacionais (Texto, Áudio e Vídeo) e três regionais (também nas modalidades Texto, Áudio e Vídeo), com premiações em dinheiro para os três primeiros colocados em cada categoria, além de placas e certificados. Na categoria de Texto, serão considerados tanto conteúdos produzidos no formato digital quanto no impresso.  As matérias devem ter sido veiculadas entre 1º de janeiro e 30 de setembro de 2025, e podem ser inscritas por profissionais de imprensa de todo o país, desde que sigam os critérios estabelecidos no edital.   Confira os valores dos prêmios: Categorias Nacionais 1º lugar: R$ 15.000,00 2º lugar: R$ 5.000,00 3º lugar: R$ 2.500,00 Categorias Regionais 1º lugar: R$ 15.000,00 2º lugar: R$ 5.000,00 3º lugar: R$ 2.500,00   A cerimônia de premiação está marcada para o dia 2 de dezembro de 2025, em Brasília. Os interessados devem consultar o regulamento completo no site [www.abde.org.br] e enviar os materiais por meio de formulário eletrônico disponibilizado pela associação. Dúvidas podem ser encaminhadas para [gecom@abde.org.br].  

Desenvolve MT apresenta linhas de crédito para empresários da indústria

Empresários dos setores têxtil, confecção, madeira, móveis e metalmecânica conheceram as opções de crédito oferecidas pela Desenvolve MT – Agência de Fomento do Estado de Mato Grosso, voltadas para impulsionar o crescimento e a competitividade dos seus negócios. O encontro foi realizado na noite de terça-feira (24.6), em Cuiabá, na sede da Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt) e reuniu mais de 30 empresários com objetivo de fomentar a economia local e apoiar o desenvolvimento das empresas locais. A iniciativa é fruto da parceria entre a Fiemt por meio do Programa de Apoio à Competitividade das Micro e Pequenas Indústrias (Procompi) e a Desenvolve MT, que vêm promovendo encontros para orientar o setor empresarial sobre acesso ao crédito. Na oportunidade, a assessora técnica da Desenvolve MT Ava Clair apresentou as oportunidades de crédito com foco em investimentos para aquisição de maquinários, construção e reforma de instalações industriais, além de garantias e condições para acesso ao financiamento. “Apresentamos as soluções de crédito com foco no fortalecimento da indústria local. É uma oportunidade para que o empresário conheça alternativas acessíveis e seguras de financiamento, que contribuam diretamente para o crescimento e modernização do seu negócio”, destacou Ava Clair. Para a gerente de relacionamento setorial da Fiemt, a parceria é uma ponte entre o empresário e as soluções que ele precisa para evoluir. “Nosso papel, da Fiemt e do Sebrae, por meio do NAC, é traduzir o universo financeiro para a realidade das micro e pequenas indústrias, facilitando o acesso a recursos que geram inovação, competitividade e empregos. Com orientação técnica e parcerias estratégicas, mostramos que é possível crescer com planejamento e crédito bem utilizado”, afirmou, Ribê Souza. No próximo dia 01 de julho, o encontro acontece com os empresários de Sinop, região Norte do Estado, que terão a oportunidade de conhecer as linhas de créditos da Desenvolve MT. Fonte: Ascom/DESENVOLVE MT Imagem: Eduardo Cardoso/ Fiemt

BRDE lança edital para seleção de projetos via incentivos fiscais

Já está disponível o edital de 2025 para o processo seletivo de projetos que terão o apoio do Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul (BRDE) por meio de incentivos fiscais. O prazo de inscrições vai até o dia 31 de agosto e as entidades interessadas poderão encaminhar iniciativas já aprovadas para captação nas áreas cultural, social e esportiva voltadas a crianças, adolescentes e idosos. Como parte de sua política de responsabilidade socioambiental adotada há dez anos, a iniciativa do BRDE já soma mais de R$ 40 milhões em repasses. Na avaliação do diretor-presidente do banco, Ranolfo Vieira Júnior, a iniciativa é um importante instrumento para reafirmar os compromissos da instituição em estar alinhada aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável (ODS). “Fazer com que parte do imposto que seria recolhido permaneça na nossa região acaba fazendo a diferença no apoio a projetos com impacto social real. São iniciativas que efetivamente auxiliam, em grande parte, as pessoas que mais precisam”, frisou o presidente. Os recursos são aplicados de forma direta para instituições localizadas no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, ou ainda em projetos executados nos três estados. Em 2024, o BRDE destinou R$ 5,4 milhões para projetos por meio das leis de incentivo fiscal para iniciativas de entidades que prestam atendimento a crianças, jovens e idosos, promovem atividades de educação pelo esporte, permitem a aquisição de equipamentos para hospitais, creches e asilos, além de estimular a produção cultural. Mecanismos de apoio Na edição de 2025, o BRDE novamente receberá projetos de instituições de saúde que atuam na atenção de pessoas com deficiência e pacientes com câncer. Como agente de desenvolvimento social, econômico e cultural da região onde atua, o BRDE tem como política apoiar projetos por meio dos seguintes mecanismos de renúncia fiscal: * Lei Federal de Incentivo à Cultura 8.313, de 23/12/1991; * Lei Federal 8.685, de 20/7/1993 (Lei do Audiovisual); * Lei Federal 11.438, de 29/12/2006 (Lei de Incentivo ao Esporte); * Lei Federal 8.069, de 13/7/1990 (Fundo da Infância e da Adolescência); * Lei Federal 10.741 (Estatuto do Idoso) e Lei Federal 12.213 (Fundo Nacional do Idoso); * Lei Federal 12.715/2012 e Decreto 7.988/2013 – Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (Pronon) e Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (Pronas). Para cadastrar projetos, as entidades interessadas devem acessar o Portal de Incentivos. O formulário está disponível exclusivamente na forma digital. Encerrado o prazo de inscrição (dia 31/08/2025), inicia a etapa de seleção. Os projetos selecionados terão os recursos disponibilizados até a última semana de dezembro deste ano. Para outras informações: * Rio Grande do Sul: duvida.incentivofiscalRS@brde.com.br * Santa Catarina: duvida.incentivofiscalSC@brde.com.br * Paraná: duvida.incentivofiscalPR@brde.com.br   Fonte: Ascom/BRDE

Segundo seminário Deep Techs Brasil é realizado na sede da Fiesp, em SP

Na sexta-feira (27/6), acontece o segundo seminário do Grupo de Trabalho Deep Techs, na sede da Fiesp, em São Paulo. O evento integra a série de reuniões do Grupo que iniciou na sede da Finep com a realização do primeiro Seminário Deep Tech Brasil, que abordou o tema “Construindo uma política pública de apoio às Deep Techs”. A financiadora foi representada no evento por Claudio Vicente Di Gioia, superintendente da Área de Investimento e Mercado de Capitais da Finep. Durante a abertura, Claudio destacou a capacidade de articulação da Finep em unir diversos atores do ecossistema de Ciência, Tecnologia e Inovação. O superintendente ressaltou, ainda, a trajetória crescente da financiadora no apoio a empresas de base tecnológica, startups e de projetos de inovação. “Nos últimos anos, nós visualizamos o reflexo dessa ascensão nos números dos instrumentos da Finep. Somente na área de subvenção, a Finep já aprovou R$ 2,5 bilhões em diversos setores de empresas de todos os portes, nos segmentos mais relevantes para o Brasil”, afirmou Claudio. Ainda no painel de abertura, foi assinado o Termo de Adesão ao Protocolo de Intenções, originalmente firmado em novembro de 2024, que reafirmou o compromisso interinstitucional com a promoção da inovação de base científica no Brasil. Ao longo das discussões, foram apresentadas propostas como a criação de um fundo nacional de apoio à propriedade intelectual, com recursos voltados ao registro e à manutenção de patentes internacionais por startups brasileiras. Também foram debatidas iniciativas para ampliar programas de assistência técnica — como os já oferecidos pela Finep, pelo INPI e pelo Sebrae — com o objetivo de acelerar o uso da propriedade industrial pelas deep techs. O encontro foi coordenado por Fernando Peregrino, assessor da Presidência da Finep, que reafirmou o compromisso do Grupo em impulsionar o ecossistema de CT&I no Brasil e prepará-lo para os desafios globais. “Queremos construir a melhor política pública para o país, fomentando um agente econômico promissor, dotado de tecnologia baseada em conhecimento científico, essencial para enfrentar os complexos problemas da humanidade”, declarou Peregrino. O segundo seminário Deep Techs Brasil contou com 700 inscritos, sendo 350 presenciais. Houve destaque para a presença do público feminino, que representou 43% dos participantes, além da participação de 446 instituições. O evento reuniu representantes de 25 estados, 34 parques tecnológicos, 13 fundações de amparo à pesquisa e 65 universidades. Fonte: Ascom/FINEP