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PIAUÍ FOMENTO E BANCO DO NORDESTE FOMENTAM ENERGIAS RENOVÁVEIS

26 de novembro de 2019 às 12:33
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As pautas de preservação ambiental e sustentabilidade já se faziam presentes para o sistema financeiro desde a década de 1990, com a promulgação da obrigatoriedade de as instituições públicas promoverem políticas sustentáveis. O estabelecimento dos Objetivos para o Desenvolvimento Sustentável (ODS) na Agenda 2030 e o Acordo de Paris fortaleceram ainda mais esta pauta no Brasil, e as Instituições Financeiras de Desenvolvimento (IFDs) estão atentas ao tema.

A energia renovável, hoje cada vez mais presente no país, permanece sendo uma das áreas prioritárias no campo da sustentabilidade em que as diversas instituições do Sistema Nacional de Fomento atuam. Uma dessas instituições é a Agência de Fomento do Piauí (Piauí Fomento), que percebeu a importância da sua aplicação, juntamente às pequenas empresas, no mercado de geração solar distribuída.

A partir da parceria com o Sebrae, o papel da agência foi viabilizar o investimento ao pequeno empreendedor. Com isso, por meio da linha Piauí Energia Solar, uma pousada em Barra Grande (PI) recebeu financiamento de R$ 37 mil para a instalação de painéis solares e, a partir desse investimento, o pequeno empresário gerará energia solar para consumo próprio, reduzindo drasticamente o impacto ambiental e, ainda, poderá revender o excedente. Este é apenas um exemplo.

Outra atuação importante do Sistema Nacional de Fomento para o segmento de energia renovável foi a construção do Complexo Eólico Lagoa do Barro, no Piauí, viabilizado pelo Banco do Nordeste. Por meio do Fundo Constitucional do Nordeste (FNE), o projeto recebeu R$ 928 milhões e vai gerar energia suficiente para abastecer 400 mil residências, além de criar empregos diretos, nas obras do complexo, e indiretos, gerados pelo aquecimento das atividades comerciais.

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